Perfil de líder: como identificar? Características e atribuições

Foto por Pixabay em Pexels.com

O conceito de líder, às vezes, pode parecer uma coisa simples de entender. Aquele que exerce o cargo de chefia pode parecer um líder, mas nem todo chefe é um líder. Como veremos ao longo deste artigo, um perfil de líder ideal vai muito além de apenas atribuir funções. Continue acompanhando!

Qual é o perfil de liderança ideal?

O perfil de liderança ideal deve ir ao encontro do perfil de cada empresa e suas necessidades. O papel do líder é integrar a equipe, ouvir suas ideias e fazer com que eles se sintam confortáveis em apresentar soluções e tomar decisões. Continuar lendo

Empresa oferece os melhores serviços de zeladoria para manutenção predial de condomínios residenciais e comerciais

Os serviços de zeladoria da JSERV visam resolver de forma eficiente os problemas de manutenção predial de condomínios residenciais e comerciais. O responsável por esses serviços é o zelador. É ele quem acompanha todas as atividades no condomínio.

Para executar esse tipo de serviço é essencial que o zelador seja organizado e tenha um checklist de afazeres diários, semanais, mensais. Ele também deve gerir os empregados do edifício, receber e conferir materiais, acompanhar prestadores de serviços entre outras atividades. Dessa forma, é possível manter a manutenção preventiva do condomínio em dia, evitando gastos mais elevados em obras emergenciais.

Acesse 👉 www.jservmultsolucoes.com.br

Quais profissões estarão em alta em 2021?

Foto por fauxels em Pexels.com

Pandemia em 2020 levou um mar de gente ao desemprego, mas aqueceu áreas específicas, que tendem a se consolidar

Gerentes de mídias sociais, atendentes de comércio eletrônico, cientistas de dados, desenvolvedores de softwares, fisioterapeutas, médicos intensivistas, enfermeiros de UTIs, supervisores de SAC, analistas de SAC, azulejistas, vendedores de e-commerce, operadores de call center, encanadores, azulejistas e pedreiros. Esses são alguns dos cargos e profissões promissores para este começo de 2021. Outros tiveram um boom no ano passado e tendem a se consolidar, avaliam empresas de recrutamento e consultorias ouvidas pelo R7. Continuar lendo

16 passos para ter um ano fantástico na Gestão de Pessoas

Foto por Moose Photos em Pexels.com

Começa 2021 e, junto com ele, muitas expectativas. As dúvidas e incertezas estão no ar também, mas, apesar de tudo, você quer ter um ano fantástico na Gestão de Pessoas da sua empresa.

Então, como RH foque nesse objetivo e planeje de forma maestral as etapas fundamentais para que o ano seja bem promissor. Você sabe que independentemente das surpresas que 2021 reserva (sempre terão surpresas, boas e desafiadoras), investir em práticas de sucesso aumentarão exponencialmente as chances de ter no capital humano o maior catalizador de desempenho organizacional. Continuar lendo

Artigo: O empregado pode ser obrigado a tomar a vacina?

Foto de Gustavo Fring no Pexels

Como ficam os casos de home office ou teletrabalho? O que muda depois que a ANVISA aprovou uso emergencial das vacinas?

*Luiz Eduardo Amaral de Mendonça

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) já havia decidido que o Estado pode determinar aos cidadãos que se submetam, compulsoriamente, à vacinação contra a Covid-19, prevista na Lei 13.979/2020.

A discussão foi parar no nosso órgão superior do judiciário, assim como quase todos os assuntos atualmente ligados à pandemia, pois havia uma corrente que defendia o direito fundamental e inviolável previsto na CRFB/88 de um determinado sujeito se negar a ser vacinado por convicções filosóficas, religiosas, morais e existenciais. O Ministro Luís Roberto Barroso rechaçou essa ideia sob o argumento de que os direitos da sociedade devem prevalecer sobre os direitos individuais. Com isso, o Estado pode, em situações excepcionais, proteger as pessoas, mesmo contra sua vontade – como, por exemplo, ao obrigar o uso de cinto de segurança, destacando ainda que “não são legítimas as escolhas individuais que atentem contra os direitos de terceiros”. Vale lembrar que a vacinação em massa é pré-requisito essencial para que haja imunização.

Duas outras ressalvas puderam ser extraídas da decisão, a saber:

  • O Estado até pode impor aos cidadãos que recusem a vacinação as medidas restritivas previstas em lei (multa, impedimento de frequentar determinados lugares, fazer matrícula em escola), mas não pode haver medidas invasivas como fazer a imunização à força.

  • A vacinação compulsória só seria considerada constitucional se o imunizante estivesse devidamente registrado por órgão de vigilância sanitária, esteja incluído no Plano Nacional de Imunização (PNI), tenha sua obrigatoriedade incluída em lei ou tenha sua aplicação determinada pela autoridade correspondente.

Desde o último domingo (17), a Anvisa aprovou o uso emergencial de duas vacinas e o Governo Federal poderá complementar seu plano nacional de imunização com a definição das fases e datas. Alguns Estados já estão com o plano pronto e aprovado, ou seja, ainda nessa semana a população já deverá iniciar a primeira fase da vacinação.

Considerando a proibição para que a vacinação seja feita à força, a pergunta que fica é: Se as empresas podem obrigar seus empregados a tomar a vacina? Quais os limites do poder diretivo do empregador? Ele pode aplicar medidas disciplinares e até mesmo dispensar por justa causa?

A nossa Constituição Federal determina que o empregador é responsável por manter um ambiente de trabalho seguro e saudável aos seus empregados e da mesma forma que as empresas são obrigadas a fornecer EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), como vimos os exemplos de álcool gel e máscaras, a partir do momento que o Estado aprovou a vacinação, as mesmas podem incluir em seu PCMSO (Programa Médico de Saúde Ocupacional) a obrigatoriedade para que seus empregados estejam vacinados para adentrar em suas dependências.

A responsabilidade da empresa por tudo que ocorre nas suas dependências, as chances de contágio da doença e a prevalência do direito coletivo sobre o individual e em especial a proteção à vida, permitem que os empregadores exerçam esse poder diretivo, se valendo, para tanto, inclusive de medidas disciplinares como advertências, suspensões e até justa causa pois tal negativa poderá ser enquadrada como ato de indisciplina.

Nessa hipótese, utilizando-se do entendimento do ministro Alexandre de Moraes para quem “o Estado tem o dever de fornecer a vacina, e o indivíduo tem de se vacinar”, incluo aqui mais um dever: o da empresa em proteger a saúde e segurança de seus trabalhadores não permitindo que empregados “soberanamente egoístas” (termo utilizado pela ministra Cármen Lúcia) possam expor a vida dos demais trabalhadores.

Por outro lado, conforme acima explicitado, todas as justificativas jurídicas para essa atitude mais firme por parte da empresa estão ligadas ao ambiente de trabalho e à coletividade. É esse ambiente que se pretende proteger para que então a empresa possa assegurar um local de trabalho saudável. Nesse sentido, a questão que se coloca é com relação aos empregados que atuam em trabalho remoto. A empresa também pode obrigá-los a se vacinar?

Muitas empresas desenvolveram seus planos de retomada criando políticas de trabalho remoto (entenda-se home office ou teletrabalho). Há casos, inclusive, em que os empregados foram morar no interior ou, até mesmo, em outros países, porque a pandemia acabou comprovando que o trabalho à distância pode ser uma boa alternativa de redução de custos sem diminuição de produtividade. Nesse caso, se o empregado não mais comparecer à empresa, entendo que o empregador não pode punir os teletrabalhadores que se negarem a vacinar, pois, nessa hipótese, o mesmo não representa risco à coletividade dos trabalhadores.

Como bem explicou o ministro Gilmar Mendes “a recusa de um adulto a determinado tratamento terapêutico representa o exercício de sua liberdade individual, ainda que isso implique sua morte”. A empresa não tem o mesmo poder/dever do Estado, sendo que este sim poderá impor medidas restritivas como multa, impedimento de frequentar determinados lugares e fazer matrículas em escolas. Quando muito, poderá a empresa proibir o empregado que se negou a tomar a vacina a adentrar às suas dependências, pelos motivos acima expostos.

Vale aqui fazer uma ressalva. Se o empregado tem o dever de comparecer algum dia da semana na empresa, tal fato, por si só, já basta para que a empresa possa exigir dele também a imunização. Se ele se negar a comparecer nas reuniões presenciais e não quiser tomar a vacina, poderá ser até mesmo dispensado por justa causa, pois as reuniões presenciais faziam parte das suas obrigações contratadas.

Ou seja, é preciso que a empresa avalie qual tratamento está dando ao trabalho presencial. Para as empresas que ainda não se posicionaram é o momento de refletir e compreender que esta decisão e o formato de trabalho “escolhido” impactam não apenas no espaço físico, mas na relação com os empregados. Não adianta tornar o Teletrabalho uma regra e querer obrigar o empregado a vacinar, isso vai além do poder do empregador.

O presente artigo se propôs a analisar a relação da empresa com os seus empregados, sendo certo que o indivíduo que trabalha à distância e que se nega a tomar a vacina certamente sofrerá consequências impostas pelo Estado, mas não pela empresa.

O que sempre sugerimos é que as empresas invistam na informação e na criação de campanhas de vacinação visando conscientizá-los da mesma forma que já fazem quando enviam álcool gel e máscaras para a suas residências, até porque os teletrabalhadores devem ser tratados com isonomia.

A minha sugestão é sempre manter o diálogo entre os sujeitos da relação de trabalho, sendo que os sindicatos podem ser envolvidos. Uma norma coletiva prevendo essa obrigação por parte dos empregados, incluindo os teletrabalhadores e todas as obrigações por parte da empresa pode economizar bons debates e discussões judiciais.

Luiz Eduardo Amaral de Mendonça é sócio do FAS Advogados e pesquisador externo do GETRAB-USP.

Continuar lendo

Quando começa o saque Emergencial do FGTS de R$ 1.100?

Foto por Pixabay em Pexels.com

Uma nova rodada do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser liberada pelo governo federal em 2021. A diferença para este ano caso a medida seja liberada está relacionada ao valor, já que o saque emergencial prevê a liberação de até um salário mínimo aos trabalhadores, logo, com o reajuste do salário mínimo o novo saque poderá ser de R$ 1.100 contra R$ 1.045 em 2020. Continuar lendo

Especialista explica “A remuneração da nova década”

Foto por mentatdgt em Pexels.com

O especialista  Sebastião Perossi esclarece como se dará o processo de remuneração nos tempos atuais

Estamos iniciando mais uma década, que pelo que se vislumbra, com muitos desafios, resiliência e persistência e esperando que a vacina do Covid-19 tenha os efeitos protetivos necessários para que possamos superar esta barreira na saúde e buscar a recuperação de vida que foi restritiva em 2020.

Na outra ponta temos o ambiente político, que poderá apresentar turbulências, mesmo porque 2022 será ano de eleição presidencial e isto terá reflexos em 2021, bem como a busca pela recuperação da economia, de uma maneira mais ampla e não segmentada, onde cenários apontam para um crescimento mais estruturado e que poderá contribuir na geração de emprego e renda necessários para permitir que os trabalhadores possam buscar as suas necessidades. Continuar lendo

Mercado Livre lança capacitação em tecnologia com bolsas de estudo

Foto por ThisIsEngineering em Pexels.com

De olho em reduzir déficit de profissionais na área, empresa quer formar 10 mil profissionais em dois anos na América Latina; 25% das vagas têm bolsa de quase 100% do valor

A gigante de e-commerce Mercado Livre lançou, em parceria com a empresa de tecnologia Globant e a edtech Digital House, um curso de educação em tecnologia que pretende formar, em dois anos, 10 mil profissionais na área de tecnologia na América Latina. No Brasil, que tem o maior déficit entre 10 avaliações de países latinos, estima-se que até 2024 sejam necessários mais de 300 mil profissionais na área. Continuar lendo

10 fatores para fazer uma excelente revisão no currículo

Foto por Martine Savard em Pexels.com

O seu currículo está escrito adequadamente para ter mais chances na conquista do emprego? O objetivo desse post é te ensinar a fazer uma boa revisão no currículo, com base na minha experiência em consultoria de currículos e realização de processos seletivos,

Ou seja, seguindo as orientações descritas nesse texto, será possível que o recrutador leia e entenda todo o histórico profissional, de maneira que o seu currículo apresente muito bem o seu perfil.

A revisão nesse documento é importante porque, às vezes, se gasta muito tempo na elaboração, mas alguns detalhes passam despercebidos. Por isso, é preciso ter esse momento extra para assegurar que as informações estão adequadas. Continuar lendo

Saúde mental no ambiente corporativo: o que todo Gestor de RH precisa saber?

Foto por Engin Akyurt em Pexels.com

Gestão de saúde mental deve envolver um trabalho multidisciplinar, integrando diferentes áreas da organização

A pandemia da Covid-19 tornou aguda a consciência sobre a necessidade de mudança na forma como a saúde mental é gerida (ou não) nas corporações. Em especial, pelo aumento expressivo nos problemas psicológicos como depressão, ansiedade, abuso de substâncias e estresse, que são comuns e afetam as pessoas, suas famílias e colegas de trabalho. Quando não administrados de forma adequada, eles têm um impacto negativo no negócio, por meio do aumento do absenteísmo, perda da produtividade e de custos elevados de sinistralidade.

Embora o tema pareça ameaçador, cada vez mais os gestores devem atentar-se para a potencialidade de conhecer em profundidade os dados de saúde mental. Através deste conhecimento, é possível obter ganhos tanto na qualidade de vida dos colaboradores quanto financeiros, seja por meio de predição, análises de propensões ou de dados históricos. Ou seja, quando informações relevantes do bem-estar são coletadas e consolidadas pode-se utilizar estes dados estrategicamente a favor das pessoas e da organização.

O aprimoramento do diagnóstico garante a alocação assertiva de recursos (tempo, dinheiro e pessoas), além da melhoria do cuidado e percepção de sua continuidade pelo colaborador. Apesar disso, ainda existem inúmeros desafios do ponto de vista de acesso e qualificação do diagnóstico no ambiente corporativo. De forma comum, estes problemas são tratados reativamente, repercutindo em desperdício de recursos. Os problemas de saúde mental são multicausais e resultam de uma interação complexa entre fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais. 

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) afirma que a empresa, o conteúdo e o contexto do trabalho desempenham um papel central no desenvolvimento de problemas psicológicos no local de trabalho. Os principais fatores de risco incluem: carga de trabalho (excessivo e insuficiente); falta de participação e autonomia no local de trabalho; tarefas monótonas ou desagradáveis; ambiguidade ou conflito de papéis; falta de reconhecimento no trabalho; iniquidade; relações interpessoais ruins; más condições de trabalho; liderança e comunicação deficientes e demandas casa/trabalho conflitantes.

A má gestão dos riscos psicossociais prejudica tanto os trabalhadores quanto a empresa. Isso impacta em custos mais altos em termos de saúde e segurança dos trabalhadores, para a empresa e para a sociedade em geral.  Os custos relativos aos riscos psicossociais para as organizações podem ser muitos e variados e surgem direta ou indiretamente como: maior absenteísmo e rotatividade; custos com substituição de pessoal, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais; queda da produtividade (falta de motivação entre funcionários, conflitos etc.); má qualidade de produtos ou serviços; prejuízo à imagem da empresa; maior risco de passivo trabalhista.

Já as consequências dos riscos psicossociais para o trabalhador podem repercutir em sintomas emocionais, comportamentais e/ou físicos, como estresse, distúrbios do sono, abuso de álcool e outras drogas, dor nas costas, enxaqueca, depressão, conflitos, Burnout, assédio, suicídio, entre outros.

Quando tais riscos são geridos de forma preventiva, cria-se vantagem competitiva, ganhos nos fluxos e processos, colocando as companhias em um patamar de qualidade e produtividade mais elevado. Assim, líderes de RH e gestores de saúde que utilizam os dados de forma analítica, detém uma tomada de decisão mais assertiva e custo efetivo. Esta abordagem está alinhada com uma perspectiva de “cuidado primário” em saúde mental. Na qual é possível obter uma visão holística e estratégica do cenário de saúde, identificar e priorizar problemas reais por meio da análise de dados e aplicar técnicas de inteligência de dados, como machine learning, para gerir a saúde mental de forma custo-efetiva.

As estratégias de gestão de saúde mental devem envolver um trabalho multidisciplinar, integrando diferentes áreas da organização. Além disso, deve incluir um diagnóstico metodologicamente adequado, bem como a capacitação dos colaboradores para o autocuidado, o treinamento de líderes sobre o tema e ações sistêmicas e contínuas para melhoria do ambiente de trabalho. Também é necessário abranger a implementação de políticas de saúde mental e medidas para auxiliar o colaborador na prevenção e gerenciamento do estresse no ambiente de trabalho, como, por exemplo, através da oferta de atendimento psicológico, com intervenções baseadas em dados.

Para a implantação de um ambiente de trabalho “psicologicamente seguro”, é importante que sejam respeitadas algumas etapas, entre elas:  Diagnóstico; Planejamento; Implementação e Avaliação sistemática. Com base em dados obtidos na primeira etapa, podem ser definidas ações direcionadas para as necessidades identificadas, como, por exemplo, o conteúdo do treinamento e a definição de linhas de cuidado conforme estratificação do risco para doenças mentais.

Já a etapa de avaliação, requer a análise de indicadores de processo e resultado, na qual se discutem as lições aprendidas e são planejadas estratégias de melhoria contínua. Assim, é possível criar uma série de recomendações padronizadas, baseadas em evidências, para todos os níveis de cuidado relativos aos problemas de saúde mental no trabalho.

OS RESULTADOS ESPERADOS DE INTERVENÇÕES DE CUIDADO PRIMÁRIO EM SAÚDE MENTAL INCLUEM O AUMENTO DA SENSIBILIZAÇÃO E CONHECIMENTO SOBRE O TEMA, REDUÇÃO DO ESTIGMA, ADOÇÃO DE CONDUTAS PREVENTIVAS DE AUTOCUIDADO, IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS E BENEFÍCIOS. EM CONJUNTO, ESSES RESULTADOS REPERCUTEM EM GANHOS TANTO PARA A EMPRESA QUANTO PARA OS COLABORADORES.

Embora muitas “soluções tecnológicas” sejam popularizadas como benefícios de saúde mental, devemos lembrar que a jornada de cada colaborador em direção ao autocuidado mental é singular e deve ser tratada como tal. Para terem sucesso, essas iniciativas devem ser personalizadas, desenvolvidas a partir de um correto “mapeamento” de necessidades populacional. Através do diagnóstico preciso, é possível entregar aos colaboradores experiências de acordo com suas reais demandas.

A tecnologia pode ser uma grande aliada não apenas para o diagnóstico preciso e rastreabilidade do risco, como também para criar uma experiência mais customizada. Esses recursos tecnológicos auxiliam a determinar metas e atividades específicas para cada indivíduo, com base em seu estado atual de saúde, interesses e preferências. Por exemplo, os dados podem ser facilmente coletados por meio da integração com wereables (ex. pulseira que monitora o ciclo de sono vigília) e appscom um portal de bem-estar. Desta forma, a tecnologia pode ser usada para favorecer a adesão e ajudar a conectar os colaboradores com objetivos semelhantes em saúde – como a adoção de um estilo de vida mais saudável, além de apoiar e recompensar o progresso individual.

O mercado é bastante conservador quanto à saúde. Contudo, vivemos um momento de intensa transformação digital, catalisado pela pandemia da COVID-19, no qual as empresas que desejam obter um diferencial competitivo, devem realizar um uso mais inteligente de TI, que abrange maior utilização de ferramentas como Big Data e Cloud Computing. O receio dos gestores de arcar com altos custos deve ser superado. Atualmente, o uso de tecnologia é facilitado pela computação em nuvem, que reduz os investimentos pesados com infraestrutura que havia no passado, pois sua implementação não requer muitos equipamentos o armazenamento de dados. Portanto, há uma grande oportunidade de melhoria na gestão de saúde corporativa. Os gestores de RH que incluírem no seu “radar” a atenção primária à saúde mental e agregarem tecnologiapara otimizar esse processo trarão vantagem competitiva ao negócio, além de promoverem um ambiente “psicologicamente seguro” aos seus colaboradores.

Fonte: Melhor Gestão de Pessoas

Agenda 2021: 5 situações que o novo ano reserva aos RHs brasileiros

Foto por Karolina Grabowska em Pexels.com

2020 não poderia ter sido mais desafiador para os profissionais de RH. Não houve empresa que saiu incólume da realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus. O setor precisou correr contra o tempo para renovar seus cuidados com a saúde – mental e física – dos colaboradores, promover a transição do trabalho presencial para o quase obrigatório modelo remoto e, claro, se atualizar com todas as novas medidas provisórias e ações governamentais para estancar a crise que a transmissão do vírus impôs a negócios de todos os portes. Continuar lendo

Será que todo profissional que foi desligado pela empresa é ruim?

Foto por cottonbro em Pexels.com

Muita calma nessa hora! Lá vamos nós de mais um mito.

Não podemos generalizar os desligamentos, supondo que todo colaborador que foi desligado pela empresa é ruim.

Há situações de:

Gestores despreparados;

Às vezes o profissional é bom, mas está desmotivado pelas condições de trabalho;

Pode ser que não tenha se adaptado a cultura da empresa;

Pode não ter recebido treinamento adequado;

São muitas possibilidades, desta forma, não é possível realizar uma avaliação considerando apenas o fato de ter sido desligado pela empresa. Continuar lendo

Auxílio emergencial dá sinal de prorrogação para 2021

Foto por cottonbro em Pexels.com

Antes mesmo do fim dos pagamentos do auxílio emergencial em dezembro de 2020, movimentos começaram a surgir defendendo uma prorrogação do benefício para o inicio de 2021.

Mesmo com o governo do presidente Bolsonaro alegando que prorrogar o auxílio emergencial seria loucura tendo em vista que Segundo o Ministério da Cidadania, foram gastos cerca de R$ 300 bilhões para pagar o auxílio e que cerca de 70 milhões de pessoas receberam pelo menos um pagamento.

Diversos movimentos pedem uma nova prorrogação, seja ela no valor de R$ 300, R$ 600, bem como uma prorrogação por três ou seis meses. Porém já se tornou consenso por grande parte destes movimentos que uma possível nova prorrogação do benefício não poderá ser realizada nos moldes como aconteceu em 2020. Continuar lendo

De comitê de crise ao absenteísmo: desafios da liderança na pandemia

Foto por Edmond Dantu00e8s em Pexels.com

Além dos profundos efeitos na saúde física e emocional da humanidade, o novo coronavírus trouxe impactos para todos os segmentos do mercado, cada um à sua maneira. Seja pelo fechamento do comércio, suspensão de atividades presenciais, diminuição na circulação de pessoas ou, simplesmente, pela necessidade de conter a propagação do vírus durante a realização de serviços essenciais, nenhuma área escapou ilesa da pandemia. Continuar lendo

Informações essenciais para o currículo

Foto por Andrea Piacquadio em Pexels.com

Dicas de informações importantes que devem conter no currículo

O documento mais importante para a conquista de uma oportunidade no processo seletivo é, também, uma das maiores dúvidas dos candidatos. Afinal, dependendo do que está descrito no arquivo, pode deixar de ser um aliado na busca por um emprego e, na realidade, prejudicar o profissional. Por isso, veja aqui informações para o currículo.

Pensando nisso, o objetivo desse artigo é apresentar quais informações devem ser incluídas nesse arquivo, de maneira a desenvolvê-lo com atenção e cuidado para ter um excelente desempenho na seleção!

Importante: a grande maioria de informações essenciais para o currículo é obrigatória. Então, a falta deles pode fazer com que você seja descartado, mesmo que tenha o perfil desejado e esteja completamente alinhado à vaga.

Continuar lendo

Desafios da liderança no Home Office: veja como vencê-los

Foto por Startup Stock Photos em Pexels.com

Não há dúvidas que 2020 foi um ano com momentos de crises e incertezas.pandemia causada pelo Covid-19 gerou muitos impactos no mundo corporativo. Com ela, muitos negócios precisaram se adaptar de forma rápida ao modelo de trabalho remoto. No entanto, os desafios da liderança no Home Office começaram a surgir.

Nesses momentos de incertezas, mudanças e crises financeiras, a liderança tem um papel fundamental e precisa estar atenta aos próximos passos. Afinal, muitos negócios agora correm para bater metas e recuperar o que foi perdido. O líder não pode ligar o “piloto automático” e nem mascarar os resultados. Isso porque se você for transparente com sua equipe, eles terão um senso maior de responsabilidade. Continuar lendo

FGTS: Como realizar o saque total em 2021 mesmo sem ser demitido

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) durante a pandemia do novo coronavírus permitiu que os trabalhadores brasileiros realizassem o saque de forma emergencial, sem que necessariamente tenham sido demitidos do seu emprego. A autorização foi dada pelo governo federal para amenizar os impactos da crise financeira.

Agora, em 2021 será possível realizar saques no FGTS, mesmo estando trabalhando normalmente. Saiba os tipos de saque que podem ser feitos.

O que é o FGTS?

Continuar lendo

Número de ações trabalhistas dispara em 270% por causa do home-office

Foto por Andrea Piacquadio em Pexels.com

“Com a pandemia, empresas e colaboradores não tiveram tempo para se adaptar à nova realidade”

A pandemia pegou todo mundo de surpresa e, diante da necessidade de cumprir duras medidas de isolamento social, empresas de todos os portes e segmentos viram no home-office a única alternativa para manter as atividades com segurança para seus colaboradores. No entanto, Continuar lendo

5 dicas para promover segurança psicológica nas empresas

Foto por RF._.studio em Pexels.com

saúde mental foi, pela primeira vez, mapeada como um fator de risco para a economia global no Fórum Econômico Mundial. A projeção de gasto por transtornos emocionais é de até 6 trilhões de dólares até 2030. Não é à toa que empresas — como a Ambev, que criou a diretoria de Saúde Mental — estão buscando formas de oferecer apoio psicológico.

Estressedepressãoansiedade e exaustão mental são algumas das queixas comuns dos funcionários. E, em consequência do bem-estar comprometido, os resultados da empresa são afetados. “Foi-se o tempo em que se acreditava na melhora do desempenho com base na pressão e na cobrança. Grandes empresas como Ambev e Google já entenderam que o fator humano é chave para uma mudança de cultura e garantia de bons resultados. A maioria das empresas investe milhões em tecnologia, inovação e sistemas, mas se esquece de cuidar do principal órgão que vai garantir o bom funcionamento disso tudo: o cérebro”, explica Sabrina. Continuar lendo