Vale a pena manter a avaliação de desempenho mesmo na pandemia?

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Em tempos complexos, a conversa de feedback é ainda mais importante. Veja algumas dicas para líderes e liderados aproveitarem bem este momento

Em muitas empresas, o processo anual de avaliação de desempenho dos colaboradores acontece nas próximas duas semanas. É nesse período também que começam a chegar até mim algumas dúvidas sobre o tema. Neste ano, muitos gestores têm me questionado nos últimos meses quanto a manter ou suspender as avaliações de desempenho formais, tendo em vista que, em muitos setores, não será possível o pagamento de bonificações devido aos resultados negativos dos negócios gerados pela pandemia. Continuar lendo

Depressão no ambiente de trabalho: como reconhecer casos dentro da empresa?

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Ambiente de trabalho negativo pode levar a problemas de saúde física e mental; time de Recursos Humanos e gestores têm um papel importante no apoio aos colaboradores

Existem muitas ações eficazes que as organizações podem realizar para promover a saúde mental no local de trabalho, sendo que elas também podem beneficiar a produtividade.

Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que, para cada US$ 1 investido em tratamento intensivo para transtornos mentais, há um retorno de US$ 4 em melhoria da saúde e produtividade.

Em todo o mundo estima-se que 264 milhões de pessoas sofrem de depressão, com muitas dessas pessoas também sofrendo de sintomas de ansiedade. E um estudo liderado pela OMS apontou que apenas os transtornos de depressão e ansiedade custam à economia global US$ 1 trilhão por ano em perda de produtividade.

Um ambiente de trabalho negativo pode levar a problemas de saúde física e mental. E as empresas que promovem à saúde mental e apoiam as pessoas com esses tipos de transtornos têm maior probabilidade de reduzir o absenteísmo, aumentar a produtividade e se beneficiar dos ganhos econômicos associados. Os que estão com algum tipo de transtorno instalado já estão sendo assistidos, pois os mesmos, já se manifestaram e estão em tratamento. O ponto aqui é os que estão em vias de, estes sim precisam ser detectados, acompanhados e cuidados, para que não se tornem estatísticas. Precisamos estar atentos aos sinais das mudanças físicas, emocionais e comportamentais, medir para gerenciar é a melhor forma de evitar problemas futuros.

Mas como detectar colaboradores com depressão?

O adoecimento mental é o acidente de trabalho que ninguém vê. O time de Recursos Humanos e os gestores têm um papel importante. O mais essencial é ‘ficar de olho’, mas como o RH tem muitas outras funções para desempenhar, o melhor é capacitar coordenadores e gestores para reconhecerem algumas mudanças comportamentais destoantes.

Quando deprimida, a pessoa pode apresentar sintomas como alteração do humor, redução da energia e diminuição da atividade. Existe alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração, associadas em geral à fadiga. Observam-se, na maioria das vezes, problemas do sono e diminuição do apetite. Comumente ocorre uma diminuição da autoestima e da autoconfiança, assim como ideias de culpabilidade e ou de indignidade, mesmo nas formas leves. O humor depressivo varia pouco de dia para dia ou segundo as circunstâncias e pode ser acompanhado de sintomas ditos “somáticos”, como, por exemplo, perda de interesse ou prazer; despertar matinal precoce, várias horas antes da hora habitual de despertar; agravamento matinal da depressão; lentidão psicomotora importante; agitação; perda de apetite, de peso e da libido (OMS, 2008).

No trabalho, os comportamentos mais comuns são:

  • Queda brusca na produtividade;
  • Insatisfação exagerada;
  • Cansaço fora do normal;
  • Picos de irritabilidade, agressividade ou alegria excessivas;
  • Ausência de motivação, reclusão, introspecção e tristeza.

Em uma perspectiva sociocultural, a depressão é compreendida, além de um distúrbio orgânico (hormônios), e assim pode ser expressão de uma inadaptação social ou de um pedido de socorro. Na sociedade atual existe uma legitimação da doença por meio do uso da medicação que perpassa o senso comum e torna-se presente na conduta dos profissionais de saúde. A medicação legitima o sofrimento, contribuindo para a aceitação social de que o depressivo não é louco, nem vagabundo ou fraco de caráter, mas doente e que precisa de ajuda médica.

Claro que tanto os gestores quanto o RH não são especialistas em saúde mental para dar um veredicto, mas como conhecem bem o colaborador fica mais fácil notar as mudanças acima.

A questão é delicada e criar um ambiente que seja saudável e minimize a depressão é um desafio sério que precisa ser encarado de frente. Um elemento importante para ter um bom local de trabalho é o desenvolvimento de estratégias e políticas internas.

Um relatório acadêmico da União Europeia sugere que as intervenções devem ter uma abordagem em três vertentes:

  • Proteger a saúde mental reduzindo os fatores de risco relacionados ao trabalho;
  • Promover a saúde mental desenvolvendo os aspectos positivos do trabalho e os pontos fortes dos colaboradores;
  • Abordar os problemas de saúde mental independentemente da causa.

Com base nos fatores é possível citar algumas etapas para a criação de um local de trabalho saudável, incluindo:

  • Conscientizar as lideranças sobre a importância de ter um ambiente de trabalho sadio, desenvolvendo junto com o time de RH um plano estratégico e tático para promover uma melhor saúde mental para diferentes colaboradores;
  • Compreender as oportunidades e necessidades individuais, ajudando a desenvolver melhores políticas para a saúde mental no local de trabalho;
  • Implementar e aplicar políticas e práticas de saúde e segurança, incluindo a identificação do sofrimento;
  • Envolver os colaboradores na tomada de decisões, transmitindo sensação de controle e participação. Ter práticas organizacionais que apoiam um equilíbrio saudável entre vida pessoal e profissional;
  • Desenvolver programas de desenvolvimento de carreira, reconhecendo e recompensando a contribuição dos funcionários;
  • Criar rituais de gestão de pessoas, onde o líder abre espaço para se falar de assuntos como este; e
  • Desenvolver nos colaboradores uma segurança psicológica para que tenham coragem de falar sobre suas vulnerabilidades.

O mundo corporativo é muito competitivo e focado somente em resultados, e assuntos de cunho emocional não possuem espaço no dia a dia e não são bem-vindos quando mencionados. As intervenções de saúde mental devem ser realizadas como parte de uma estratégia integrada de saúde e bem-estar que cobre a prevenção, identificação precoce, apoio e reabilitação.

Os serviços ou profissionais de saúde ocupacional podem apoiar a sua organização na implementação dessas intervenções, mas se eles não estiverem disponíveis as mudanças descritas acima precisarão ter ainda mais importância na proteção e promoção da saúde mental.

A chave para o sucesso é envolver as partes interessadas em todos os níveis ao fornecer proteção, promoção e intervenções de apoio.

Sabemos que no final do mês o que conta é meta batida e a perenidade do negócio, mas o trabalho é para ser desafiador e não sofrido. O assunto é sério e não pode ser ignorado!

*Lisia Prado é sócia da House of Feelings, primeira escola de sentimentos do mundo.

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Um novo cargo: líder de diversidade para as empresas

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A diversidade está presente nas empresas e o papel do RH é iniciar um trabalho de mudança

Debater sobre diversidade em empresas é algo antigo, mas é um tema que sempre está em pauta e é constantemente explorado. Embora não seja uma pauta recente do ambiente corporativo, muitos profissionais ainda possuem dúvidas sobre e por que implementar a cultura de diversidade em suas empresas e como desenvolver esse projeto de forma inclusiva e que realmente cause transformação. Continuar lendo

Curso online de compliance oferece 10.000 vagas gratuitas

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Funcionários de pequenas e médias empresas poderão participar da Compliance Weeks gratuitamente

Acontece entre 25 de novembro e 17 de dezembro a Compliance Weeks, realizada pelo Instituto de Pesquisa do Risco Comportamental (IPRC) que contará com uma programação de cursos e palestras focada em ética corporativa, assédio no ambiente de trabalho, conflitos de interesse, informações confidenciais. Continuar lendo

Solução de qualidade em serviços de PORTARIA é com a Jserv Serviços e Terceirização

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Empenho e criatividade para manter o engajamento de funcionários na pandemia

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Home office veio para ficar, mas colaboradores precisam ser preparados para essa modalidade de trabalho

Quando a pandemia do novo coronavírus teve início no Brasil, em março deste ano, ninguém estava preparado para o que viria. A necessidade de isolamento social premente obrigou empresas e trabalhadores à adaptação repentina e lançou todos ao exercício de uma nova “normalidade”. O trabalho remoto, antes visto com certa restrição por parte dos gestores das companhias, disseminou-se. Como nunca, o esforço coletivo em reduzir custos e despesas nas empresas e nas residências passou a nortear as decisões.

Assim que eclodiu a pandemia, apesar da falta de aviso, tomamos algumas ações emergenciais.  Na Hesselbach Company, grande parte dos colaboradores pôde atuar em trabalho remoto, com exceção da equipe de facilities, que não tem função para atividades remotas. Assim, tivemos que suspender o contrato de trabalho desses colaboradores temporariamente, para que permanecessem em segurança e não perdessem a sua renda. 

Depois, passamos a fornecer os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários e treinamos alguns colaboradores cujo trabalho essencialmente exigia a presença “in loco”, como o pessoal de Tecnologia da Informação (TI). A empresa, independentemente da situação, sempre investiu em tecnologia, proporcionando ferramentas mais produtivas e práticas e isso foi um grande facilitador nesse momento para que a produtividade não parasse. Recentemente, estamos utilizando alguns indicadores para mensurar e monitorar o andamento dessas estratégias como turnover, comunicação interna e avaliação de desempenho.

Se, por um lado, o trabalho remoto facilitou a continuidade de execução do trabalho nas empresas, por outro exigiu dos gestores, principalmente os da área de Recursos Humanos, soluções criativas e muito empenho no fortalecimento do engajamento dos funcionários. Disponibilizamos ferramentas e plataformas necessárias para a realização dos trabalhos e os instruímos, com acesso a senhas e formas de utilização. Realizamos reuniões virtuais, vídeo conferências periódicas, coletando e fornecendo feedbacks; e, de tempos em tempos, lembrando aos colaboradores os valores e a cultura da empresa.

Além das medidas preventivas emergenciais, pudemos realizar uma atuação junto aos funcionários, que foi o “RH Apoia”, onde disponibilizamos um canal aberto a todos que precisassem conversar com a nossa equipe de RH. Criamos também um canal com o nosso seguro saúde, para que os colaboradores tenham acesso a consultas com psicólogos por meio da telemedicina. Se a pandemia perdurar, estamos verificando a possibilidade de fornecer aos nossos colaboradores estudos focados na melhoria da ergonomia e também criar um programa voltado para o acompanhamento socioemocional.

Dessa maneira, as medidas de engajamento durante o trabalho remoto nos ajudaram no sentido de não perdermos o “ritmo” do trabalho em equipe. Os trabalhos fluíram normalmente, sem perda de produção e entregas. Muito pelo contrário. Hoje, devido ao trabalho remoto, as pessoas adquiriram uma qualidade de vida melhor, tendo tempo hábil para usufruir mais a vida pessoal. Dessa forma, o ritmo de trabalho está fluindo normalmente, nos mostrando quase que na totalidade que os nossos colaboradores estão empenhados em apresentar um trabalho de qualidade, aumentando o ganho na produtividade. 

Interessante registrar a utilização de recursos tecnológicos, como os nossos sistemas de gestão de pessoas, para incrementar o fluxo dos trabalhos. Com o auxílio da tecnologia, fomos capazes de planejar, executar, gerir e entregar resultados junto a cada projeto ou cliente.

Oito meses após o início da pandemia, percebemos que, apesar da resistência de algumas empresas em adotar o trabalho remoto, essa tendência se acelerou. A economia para as empresas (espaço físico, mobiliário, eletricidade e outra despesas administrativas) tem sido um fator preponderante para que repensem essa questão.

Na nossa opinião, o trabalho remoto veio para ficar. Porém, será preciso ainda amadurecer essa ideia, são muitos os fatores a ponderar. Muitos colaboradores ainda não estão preparados para o home office, apesar de concordarem em permanecer trabalhando assim por um tempo. Existem pesquisas que revelam que, mesmo antes da pandemia, 80% dos funcionários trabalhariam em casa pelo menos parte do tempo.

Apesar do engajamento, da produtividade, sempre é mais difícil manter 99% dos colaboradores em trabalho remoto. Teríamos que planejar quais seriam os funcionários estratégicos que poderíamos manter nessa modalidade e rever nossa estrutura física. Para que pudéssemos continuar 100% em home office, notamos que teríamos que trabalhar mais a inteligência emocional dos colaboradores.

Penso ser necessário criarmos oportunidades para estar frente a frente com nossas equipes, pois sentimos que a distância física também cria uma distância psicológica. Por esse motivo, acreditamos que seja importante encontrar formas alternativas de manter os encontros pessoais. Isso reforça a conexão humana e ajuda a construir um sentimento mais acolhedor.

Fonte: Melhor Gestão de Pessoas

Proposta com salário inferior ao que eu recebia: devo aceitar?

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Muitas pessoas estão buscando recolocação no mercado de trabalho. Em momentos como esse, é comum que os candidatos se questionem se vale a pena aceitar uma proposta que oferece um salário inferior ao que ganhavam no antigo emprego. Acredito que não exista uma resposta padrão para essa pergunta, principalmente porque vivemos em um mundo capitalista, no qual precisamos de dinheiro para sobreviver. Sei também que é muito fácil dar uma opinião sem estar vivenciando a situação, mas minha experiência profissional e no mercado de recrutamento e seleção me deixam seguro para recomendar que a decisão só seja tomada depois de quatro análises: Continuar lendo

Rotatividade de pessoal: Como evitar

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A sua empresa é conhecida pela alta rotatividade de pessoal? Entenda porquê e como evitar!

Geralmente isto acontece por muitos motivos, os principais são a comunicação falha desde o processo seletivo, falta de comunicação no dia-a-dia ou feedback, pressão psicológica e assédio moral. Continuar lendo

Situações engraçadas vividas no trabalho

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Em 6 de novembro é celebrado o Dia do Riso, uma data para nos deixar ainda mais felizes! E juntando os pontos, trouxemos as situações engraçadas que podem acontecer no mundo corporativo.

Nosso time de redação listou, com muito bom humor, algumas cenas, acontecimentos ou coisas aleatórias que todo trabalhador já passou dentro do escritório, ou trabalhando de casa, para você dar boas risadas! Vamos lá! Continuar lendo

Trabalhadores com redução de salário e jornada vão receber 13º integral

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Governo estabelece pagamentos integrais dos bônus de final de ano; entenda as regras e vejas as datas para os pagamentos do 13º

O Ministério da Economia divulgou ontem (17/11) uma nota técnica com as regras para o pagamento do 13º salário neste ano aos trabalhadores que tiveram redução de jornada ou de salário em 2020 devido à pandemia do novo coronavírus. Continuar lendo

Como se tornar um consultor de empresas

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Veja o que faz um consultor de empresas e o que é necessário para atuar em uma das carreiras mais quentes da atualidade

A carreira de consultor de empresas está em alta. A cada ano, esse mercado cresce no mundo. Em 2019, a taxa de crescimento da indústria de consultoria foi de 4,1% e o mercado só foi freado em 2020 por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus. Continuar lendo

Mercado Livre terá centro de distribuição em Extrema com geração de 1,4 mil empregos

Um dos centros de operação da Mercado Livre no Brasil. Foto: Divulgação Mercado Livre

O município de Extrema irá receber um centro de distribuição da multinacional do e-commerce Mercado Livre. O anúncio da instalação na cidade foi feito nesta quinta-feira (12) pelo Governo de Minas. Continuar lendo

Implantando corretamente a Avaliação de Desempenho

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Muitas empresas acreditam que basta preencher a avaliação, tabular os resultados e pronto: está implantado o processo de Gestão por Competências, mas não é bem assim. O processo deve ser tratado com muita atenção, visto que criar expectativa nas pessoas e não mostrar resultados práticos depois só levará à falta de credibilidade na avaliação de desempenho e conseqüentemente, um clima de desconfiança no processo. Continuar lendo

O que as Empresas oferecem para atrair talentos

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Benefícios flexíveis, auxílio-home office e até subsídio para processos de fertilização são utilizados por corporações para serem consideradas ‘dos sonhos’ no mercado de trabalho

Na tentativa de atrair e reter os melhores talentos e se consolidar como uma empresa dos sonhos, elas correm atrás do que vão oferecer para o futuro funcionário, seja benefícios diferentes do mercado, um salário acima da média, a possibilidade de trabalho flexível e home office ou até mesmo uma marca com propósito sustentável, de diversidade ou socioeconômico. Porém, mais do que se vender como a empresa dos sonhos, é preciso convencer o público externo de que essa máxima é verdade.

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Conheça o Manual para conseguir emprego pelo LinkedIn

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Você sabia que, em média, um profissional é contratado pelo LinkedIn a cada sete segundos? Confira as dicas para fazer parte dessa estatística

Você sabia que uma boa foto de perfil do LinkedIn aumenta em 21 vezes sua chance de visualização e garante nove vezes mais chances de conexão? E que, em média, um profissional é contratado pelo LinkedIn a cada sete segundos? Continuar lendo

“Título do Cargo” – Sebastião Perossi fala sobre a falta de padronização no cenário corporativo

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Você entende que o título do cargo é fundamental na sua decisão para aceitar uma oportunidade de trabalho? Você ficaria preocupado se, numa mudança de emprego, o título do cargo na nova empresa  possa representar uma diminuição de responsabilidade e isto impactar na sua carreira? O Título do cargo deve expressar a função, ou seja as atividades que são realizadas dentro do processo de trabalho? Continuar lendo

Contribuição sindical: Saiba a diferença entre elas e como fazer para não pagar

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Você conhece os diferentes tipos de contribuição sindical? É muito importante que o RH/DP tenham domínio sobre todas as circunstâncias de desconto que envolvem a folha de pagamento, além das modificações geradas pela reforma trabalhista.

legislação pertinente e o detalhamento do tema é fundamental para ser observado. Dessa forma, o gestor evita problemas como gastos indevidos ou passivos trabalhistas. Continuar lendo

Google lança cursos online grátis para quem procura emprego

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A empresa de tecnologia aumenta a grade de aulas online da plataforma Ateliê Digital e traz conteúdo sobre competências digitais

O Google lançou uma série de cursos grátis em sua plataforma online Ateliê Digital, voltada para quem quer desenvolver novas habilidades para o mercado de trabalho, seja para atuar como empregado de uma empresa ou como empreendedor. Continuar lendo

As 4 fases da liderança e como evoluir em cada uma

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“Na terceira fase da liderança, a jornada se torna interna. Esta é a fase da resiliência, na qual começamos a nos desafiar e a ter dúvidas”

Durante boa parte da minha carreira, me beneficiei, significativamente, de pessoas que tinham mais confiança em mim do que, algumas vezes, eu mesma. Também fui apoiada por pessoas que me deram feedbacks muito diretos sobre como poderia estar bloqueando meu crescimento (muito obrigada a elas) e de tantas outras que apontaram os pontos cegos e as etapas a serem seguidas para que eu continuasse meu desenvolvimento profissional (muitíssimo obrigada a estas).
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