Café com RH Especial AGRUPARH: Sucesso total em uma noite perfeita!

banner cafe especialO Atibaia Recursos Humanos realizou um dos melhores eventos desde o início dos trabalhos do grupo na noite de 13 de Junho, um verdadeiro show de qualidade, receptividade, competência dos palestrantes proporcionaram o que muitos chamaram de “Um evento perfeito”! Continuar lendo

The book is not on the table

Procura por cursos de idiomas cresce, mas será que as empresas darão conta de preparar sua mão de obra para atender dois dos grandes eventos esportivos mundiais?

Com a proximidade da Copa e das Olimpíadas no Brasil, os problemas de logística e infraestrutura não são os únicos motivos de preocupação para as organizações que atuam no país. Uma pergunta fundamental é: teremos profissionais preparados para se comunicar com os estrangeiros? Para garantir uma resposta positiva, empresas estão buscando parcerias com escolas de idioma e a demanda por cursos in company de inglês vem aumentando de um ano para cá. No Brasas, que possui unidades no eixo Rio-São Paulo e em mais sete estados, a procura por programas in company cresceu cerca de 30% nos últimos 12 meses – as contratantes em sua maioria são companhias que atuam nos setores de hotelaria, esporte e gestão de eventos.

Na empresa em que atuo como Coordenador do RH, o Atibaia Residence Hotel, iniciamos esse trabalho em Abril desse ano e têm tido muito êxito. Optamos pela modalidade in-company e não nos arrependemos, a educadora é muito capaz e interada nas necessidades específicas da hotelaria, como o grau de ensino diverge muito, é feito um trabalho em separado de acordo com a escolaridade do colaborador, além disso o fato de oferecermos esses cursos de maneira gratuita se tornaram até mesmo um atrativo em nossos processos seletivos.

Essa modalidade de curso oferece flexibilidade, pois pode ser realizada dentro da própria empresa, otimizando o tempo dos participantes, e é elaborada a partir de um vocabulário específico do mercado em que a organização está inserida, o que garante um aproveitamento ainda maior dos alunos”, explica o diretor do Brasas, Alexander Vieira.

Conteúdo customizável

Há cerca de quatro anos, a rede de hotéis Windsor, que atua no Rio de Janeiro, é um exemplo de organização que vem investindo no aprimoramento dos seus funcionários em idiomas, principalmente na língua inglesa. Para isso, começou promovendo turmas in company, depois estendeu o investimento para convênios com escolas e, mais recentemente, aderiu ao Pronatec Idiomas, um programa criado pelos Ministérios do Turismo e da Educação voltado à qualificação para a Copa de 2014, que oferece cursos gratuitos de 180 horas, nos níveis básico, intermediário e avançado – as aulas terão início em outubro, com duração de dez meses e serão ministradas por professores do Senac. “Com foco nos megaeventos que o Rio de Janeiro vai sediar, elaboramos o Programa Rumo ao Pódium de Treinamento e Desenvolvimento, cujo carro-chefe é o incentivo ao estudo de idiomas, pois os cursos de inglês são estratégicos”, resume a gerente de recursos humanos do Windsor, Tatiana Milito.

Segundo Rose, da Companhia de Idiomas, em linhas gerais, a fala é a maior dificuldade do brasileiro em relação ao inglês, seguida pela compreensão oral (ouvir e entender), escrita e leitura. “Claro que isso pode variar de aluno para aluno, de acordo com as dificuldades que ele já tem com a sua própria língua, características de personalidade etc.”

Antes de decidir a carga horária e a periodicidade das aulas na empresa, o importante é fazer um teste de nivelamento e de conhecimento da língua para identificar os estágios de cada profissional e, assim, organizá-los de uma maneira que o aprendizado seja otimizado.  “Frequentemente, o aluno coloca em seu currículo que é fluente no idioma, mas acabamos constatando no teste que isso não é verdade”.

O que tenho percebido em nosso Hotel por exemplo é um aumento significativo de estrangeiros em nossa região, devido aos investimentos externos, diversos executivos e homens de negócio de todo o mundo têm marcado presença em nossa empresa, estarmos preparados para melhor atênde-los implica em pelo menos entender suas demandas e desejos, afinal hotelaria trata-se disso!

Com informações de Jacqueline Sobral – Revista Melhor