74% das mulheres veem necessidade de ter mais qualificação que os homens para serem chefes

Foto por Christina Morillo em Pexels.com

De acordo com 40,7% das entrevistadas, menos de 10% dos cargos de liderança da empresa em que estão são ocupados por mulheres.

Pesquisa divulgada pelo site de empregos InfoJobs mostra que 73,7% das mulheres sentem que precisam ser mais qualificadas do que os homens para ter uma oportunidade de cargo de liderança.

A pesquisa, feita na semana passada, teve como base 3 mil respostas de profissionais cadastrados no site.

De acordo com 40,7% das entrevistadas, menos de 10% dos cargos de liderança da empresa em que estão são ocupados por mulheres.

O levantamento mostra ainda que 70,4% das mulheres entrevistadas acreditam que o viés de gênero impacta em processos seletivos de áreas como engenharia e tecnologia. No caso de mulheres que são recrutadoras, 69,2% acreditam que o viés de gênero impacta nessas áreas.

Entre as entrevistadas, 77,8% responderam que a empresa atual não realiza processos seletivos às cegas para que o gênero não influencie na contratação.

Outros dados do levantamento mostram que 51,1% das mulheres já enfrentaram preconceito no mercado de trabalho. E 85,8% das entrevistadas têm dupla jornada de trabalho, com a realização de atividades domésticas.

Segundo a pesquisa, os pontos que mais fazem as mulheres continuarem na empresa são:

  • plano de carreira (43,4%)
  • pacote de benefícios (18,1%)
  • horário flexível (15%)
  • trabalho remoto (4,1%)
  • ferramentas digitais (2,6%)

Pretensão salarial

Nas faixas salariais maiores (acima de R$ 10 mil), os homens têm maior pretensão salarial que as mulheres em sete das 10 áreas analisadas, mesmo com formação ou cargos semelhantes, com destaque para recursos humanos e administração.

Por outro lado, nas áreas de serviços gerais e TI, a pretensão salarial das mulheres é maior que a dos homens.

Em relação aos cargos de liderança, 2,3% das mulheres esperam ganhar acima de R$ 10 mil, contra 5,2% dos homens.

Foram analisados 681.562 currículos da base de dados, atualizados nos últimos seis meses, dos quais 381.240 são de mulheres e 300.322 de homens.

Fonte: G1

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