Aprenda sobre a importância do NETWORKING

networking brasilNa região Bragantina e Sul de Minas existem milhares de profissionais de empresas dos mais diversos ramos e segmentos, muitos mantém relações francas e amistosas com colegas das áreas de atuação, trocam emails, telefonemas e informações úteis, outros …NÃO.

Temos profissionais por exemplo na área da Gestão de Pessoas que por si só em seu perfil é mandatório exercer boa comunicação que se fecham em suas organizações, não compartilham nada, absolutamente nada.

Atuando no AGRUPARH (Atibaia Grupo de Recursos Humanos) desde 2012 e na presidência desde Janeiro  de 2015, detectei vários profissionais assim, sequer se dão ao trabalho de responder a emails de convites para eventos gratuitos, palestras etc. O engraçado é que quando ficam desempregados (e profissionais de RH podem ficar desempregados, acreditem!) vem todos mansos e amistosos perguntar: “Quando é o próximo evento?” “Preciso participar”, ou ligam quando precisam de alguma informação e aí fica aquela impressão de interesse, conveniência … que não é boa para nenhum profissional seja de que área for. Fazer networking é saudável e eficaz para qualquer ramo de atuação, vamos a algumas dicas:

Quem não deve faltar na rede de contatos

O contato com as pessoas certas fez a diferença, na opinião de José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Minarelli e que palestrou recentemente em Extrema-MG pelo Instituto Brasileiro de Liderança por “pessoas certas” ele quer dizer tanto as “pessoas-fim”, aquelas que tomam a decisão de contratar, como também as “pessoas meio” – aquelas que ajudam a obter informações e a se aproximar dos tomadores de decisão.

“São três os tipos de pessoas-meio: informantes, que são as pessoas com informações que você precisa ou que sabem quem as tem, os intermediários, que têm como fazer a aproximação entre você e o tomador de decisão e os influenciadores, que emprestam um pouco de seu prestígio para você chegar até a pessoa-fim”, explica Minarelli.

Ele explica também como se deve abordar cada uma das pessoas-meio. Ao informante, pergunte. Para o intermediário, a dica do especialista é estimulá-lo para que ele o leve até quem você quer, de fato, conversar. Seja objetivo e diga que busca um contato com tal “pessoa-fim”.

Já o influenciador ajuda emprestando seu nome. Minarelli indica citá-lo intencionalmente logo no começo da conversa (que também poder ser por e-mail, telefonema ou mensagem) com a pessoa-fim, ou seja, quem vai bater o martelo sobre sua contratação.

Você não é contratado porque quer ser

Um profissional não é contratado simplesmente porque quer, se mostra motivado ou tem uma porção de pessoas-meio e/ou pessoas-fim em sua rede de contatos.  Assim, toda a mobilização da rede de contatos rende frutos quando se sabe usar os argumentos certos para vender o seu peixe, ou seja, gerar interesse na contratação dos seus serviços.

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Note: em vez de pedir emprego, é mais estratégico ofertar uma solução. “É preciso inverter o discurso de pedinte (de uma oportunidade profissional) para o de ofertante de conhecimento”, diz Minarelli. Em qualquer lugar, a regra é a mesma: fale sempre de acordo com o interesse do contratante.

Confira a explicação de José Augusto Minarelli sobre as pessoas-chave para fazer networking neste vídeo:

 

 

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