5 ideias para melhorar o ambiente de trabalho na sua empresa

bom líderSerá que seus funcionários estão realmente bem com o ambiente em que trabalham? Veja dicas de
Fabiana Pontes, da Printi, para criar um ambiente saudável e feliz

Hoje, cada vez mais empresas entendem a importância de cultivar o melhor ambiente de trabalho possível, investindo no material mais precioso que têm: as pessoas.

Confraternização e pertencimento: os segredos da Printi

Uma dessas empresas é a Printi, gráfica online sediada em São Paulo. Criada por dois estrangeiros — o
alemão Florian Hagenbuch e o húngaro Mate Pencz — a companhia vem crescendo numa média de
mais de 100% todos os anos. E é claro que, sem um cuidadoso trabalho de gestão de pessoal, isso não seria possível.

Boa parte da “culpa” por isso recai sobre Fabiana Montes, responsável pela Gestão de Pessoas da
Printi. E ela compartilha agora algumas das iniciativas e aprendizados que ajudam a explicar o porquê
desse êxito.

1. A gestão de pessoas tem que ser essencialmente humana
Um primeiro ensinamento de Fabiana diz respeito ao entendimento humanizado da gestão de
pessoas; ao ato de pensar o bem estar dos colaboradores em cada detalhe, tornando o dia a dia da
empresa naturalmente agradável.
E ela logo dá um exemplo sobre como isso se traduz na prática:
“HOJE MESMO UM DE NOSSOS COLABORADORES NÃO ESTÁ MUITO
BEM DO ESTÔMAGO. ENTÃO, LIGUEI PARA O RESTAURANTE DA
EMPRESA E PEDI PARA PREPARAREM UMA BATATA COZIDA COM
FRANGO GRELHADO”. ABRANGÊNCIA DOS EVENTOS”.
Essa atenção ao detalhe, garante Fabiana, faz toda a diferença. O entendimento de que, embora se trate
de um conjunto, cada pessoa tem necessidades diferentes — e todas devem ser acolhidas, na medida do
possível.
No caso da Printi, são muitos funcionários — e muitas demandas. Mesmo assim, Fabiana e seu time de
três analistas procuram dar conta de todos esses detalhes. E conseguem, já que os colaboradores
demonstram motivação e se sentem parte de um todo.

2. A aposta na confraternização
Além desse cuidado cotidiano, Fabiana investe na confraternização do time — de todo o time. “Não pode
ter diferença. Ou implemento um programa para todo mundo, ou não implemento para ninguém”.
Os bons e velhos happy hours, por exemplo, com uns comes e bebes. Na Printi, são mensais. E como
boa parte dos funcionários trabalha em turnos, são realizadas duas edições: uma das 14h às 17h, e outra
das 18h às 21h, para que todos possam aproveitar. “É uma prática de que os colaboradores gostam
muito”. E as famílias deles também são levadas em consideração: “em outubro, o happy hour foi em
homenagem às crianças. Criamos atividades lúdicas para os filhos dos funcionários realizarem em casa”.
Fabiana afirma que essa aproximação é fundamental para fortalecer a conexão com a empresa.
“Sempre que possível, convidamos as famílias a virem à Printi, para conhecerem onde o pai ou a mãe
trabalham”.

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3. Manhãs frutíferas e recepções calorosas
Nem só de confraternizações etílicas é composta a estratégia de gestão de pessoas da Printi. A saúde do
pessoal também está no radar. Por isso, a cada manhã, os colaboradores são recebidos com frutas
fresquinhas, vindas diretamente de uma banca do CEAGESP, que fica pertinho da sede da empresa. São
as Manhãs Saudáveis, que acontecem de segunda a sexta, sem exceção.
Outra iniciativa que, segundo Fabiana, vem dando ótimos resultados é o Projeto Passaporte. “O intuito é
acolher os novos colaboradores em toda a empresa. Independentemente de onde eles vão trabalhar,
acabam passando por todas as áreas e departamentos”. E a parte da produção recebe uma ênfase
especial, para que “o recém­chegado consiga entender o que acontece, por exemplo, na produção de um
banner, para que ela entenda o negócio como um todo”.
Para isso, foi criado um passaporte, mesmo, com a visão e os valores da empresa, e carimbos para
todas as áreas por onde o novo colaborador passa. O documento também serve para dar informações
administrativas importantes, como sobre pagamento, feedbacks etc.

4. O treinamento já mostra que dá certo
Logo que um novo colaborador é contratado, ele passa por um treinamento. E ali Fabiana já constata que
o programa é bastante efetivo.
“AS PESSOAS JÁ VÃO PARA O TREINAMENTO MAIS PREPARADAS,
CONHECENDO MELHOR O NEGÓCIO E ENTENDENDO MAIS DA PARTE
TÉCNICA DO QUE ESTÁ SENDO EXPLICADO. TANTO QUE AS NOTAS
DOS TESTES PÓS­TREINAMENTO TIVERAM MELHORAS”.
Mas Fabiana também alerta para os riscos que surgem caso esses processos não sejam bem
conduzidos: “o próprio happy hour é um evento que, se não for bem supervisionado, pode sair ‘pela
culatra’. O pessoal pode levar alguma bebida mais forte, e tal. É fundamental conhecer a maturidade do
público com o qual se está trabalhando. Ou vira muito ônus para pouco bônus”.

5. Sem medo de fazer benchmarking
Em conclusão, Fabiana conta que está sempre de antena ligada em busca de novos “hábitos saudáveis”
para implementar no ambiente de trabalho da Printi. “Estou sempre de olho em outras empresas que têm
essa mesma pegada, justamente para ver o que vai se adaptar ao nosso mundo ali dentro, e o que não
cabe”.
Dentro da empresa, as antenas estão ainda mais ativadas. Porque Fabiana sempre realiza pesquisas
com o time, para verificar o que está e o que não está dando certo.

Fonte: Endeavor bloggif_580e021844191

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