Demitidos da empresa Maxen protestam por atraso em pagamentos de rescisões

Foto Lucas Rangel / Tv Vanguarda

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Sindicato alega que empresa teria se negado a pagar direitos trabalhistas.Manifestantes queimaram pneus na frente da sede da empresa.

Cerca de 150 funcionários demitidos da Maxen, de Atibaia, protestaram na manhã desta segunda-feira (25) contra o atraso no pagamento dos direitos trabalhistas. Os manifestantes queimaram pneus em frente à unidade e bloquearam a entrada. A Polícia Militar acompanhou a manifestação no local.

A empresa anunciou a demissão de 200 funcionários no dia 13 de janeiro. Com isso, a administração da unidade tinha dez dias para fazer o pagamento do salário proporcional e dos direitos trabalhistas. O salário foi depositado, mas segundo o sindicato, na última sexta (23), prazo limite, a empresa teria anunciado que nenhum outro pagamento seria feito.

Apesar da crise econômica, algumas cidades como Extrema e Indaiatuba vêm conseguindo contornar o desemprego com incentivos municipais para a vinda de novas empresas, como isso minimizam os indicadores de emprego, porém Atibaia nos últimos anos vem amargando descaso e o incentivo somente a negócios que pagam muitos impostos, há um erro estratégico na atual administração em não priorizar negócios que geram mais OPORTUNIDADES DE TRABALHO, como o caso da empresa Frooty que tem sede em Atibaia mas optou por abrir uma fábrica e investir R$ 25 milhões em Poços de Caldas – MG.

“Os advogados e os representantes do setor de recursos humanos se reuniram com a gente e disseram que a empresa havia decretado falência. Por isso, não teria verba para fazerem o pagamento dos direitos trabalhistas e nenhum outro valor seria depositado”, disse Luiz Mariano, representante do sindicato na Maxen.

Uma nova reunião com a direção da empresa está marcada para a data de hoje (25).

A unidade produz materiais para usinas de petróleo e vinha passando por crise. Essa foi a segunda demissão em massa, em dezembro de 2015 outros 115 trabalhadores foram desligados e o efetivo foi reduzido de 500 para 300.

Segundo o sindicato, a empresa anunciou que estaria sendo vendida.

(Fonte: G1)

Apesar da crise econômica, algumas cidades como Extrema e Indaiatuba vêm conseguindo contornar o desemprego com incentivos municipais para a vinda de novas empresas, como isso minimizam os indicadores de emprego, porém Atibaia nos últimos anos vem amargando descaso e o incentivo somente a negócios que pagam muitos impostos, há um erro estratégico na atual administração em não priorizar negócios que geram mais OPORTUNIDADES DE TRABALHO, como o caso da empresa Frooty que tem sede em Atibaia mas optou por abrir uma fábrica e investir R$ 25 milhões em Poços de Caldas – MG.

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