Cuidar da saúde vai muito além do agendamento de consultas e exames.
Hoje, empresas que desejam mais eficiência e sustentabilidade em seus contratos de saúde precisam olhar para a prevenção e para soluções complementares, como a implantação de um plano de medicamentos para colaboradores.
Essa estratégia pode gerar benefícios diretos tanto para os funcionários quanto para a empresa.
O impacto dos medicamentos no orçamento das famílias
De acordo com pesquisas do setor farmacêutico, mais de 40% dos gastos das famílias brasileiras estão relacionados à compra de medicamentos, especialmente de médio e alto custo.
Esse cenário impacta diretamente os colaboradores, que muitas vezes precisam arcar com tratamentos essenciais — o que pode afetar sua saúde, produtividade e qualidade de vida.
Automedicação e riscos futuros
Outro ponto de atenção é que mais de 70% da população pratica automedicação, aumentando significativamente o risco de doenças inflamatórias e silenciosas.
Esses problemas, quando não tratados corretamente no presente, podem evoluir para quadros mais graves, resultando em internações e procedimentos de alto custo no futuro.
Ou seja: tratar agora é sempre mais barato do que remediar depois.
Saúde mental e afastamentos nas empresas
Os dados também mostram um cenário preocupante:
Mais de 60% dos afastamentos estão ligados a transtornos de saúde mental, e somente em 2024, mais de 400 mil colaboradores foram afastados por esse motivo.
Isso reforça a necessidade de programas estruturados de cuidado com a saúde — não apenas física, mas também emocional.
🏢 O papel do RH e os desafios na gestão de saúde
Grande parte das empresas já oferece benefícios de saúde, muitas vezes estendidos aos dependentes dos colaboradores. Isso demonstra uma preocupação real com o bem-estar.
No entanto, o RH frequentemente enfrenta limitações de ferramentas e recursos para estruturar uma gestão mais estratégica.
Problemas de saúde continuam sendo uma das principais causas de:
Afastamentos
Absenteísmo
Turnover
Gerando impactos financeiros significativos para empresas de todos os setores.
Custos crescentes nos contratos de saúde empresarial
Desde a regulamentação do setor pela ANS, o mercado evoluiu — mas também trouxe desafios.
Os contratos de saúde empresarial vêm sofrendo com:
Alta sinistralidade
Inflação médica crescente
Reajustes elevados
Estruturas de custo cada vez mais complexas
Muitas vezes, soluções como aportes financeiros são oferecidas, mas nem sempre representam o melhor caminho no longo prazo.
Baixa adesão a tratamentos: um problema silencioso
Segundo dados da OMS, menos de 60% dos pacientes com diabetes e menos de 40% dos hipertensos seguem corretamente seus tratamentos.
As consequências são graves: as doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por cerca de 71% das mortes no mundo.
Isso reforça a importância do monitoramento contínuo e do suporte ao tratamento.
Plano de medicamentos e saúde preventiva: custo ou investimento?
Muitas empresas ainda enxergam a implantação de um plano de medicamentos e programas de saúde preventiva como um custo adicional.
Porém, quando estruturados com visão estratégica de médio e longo prazo, os resultados tendem a ser claros:
✔️ Redução de afastamentos
✔️ Menor impacto de sinistralidade
✔️ Mais produtividade
✔️ Melhor qualidade de vida para colaboradores
✔️ Redução de custos no contrato de saúde
No final, os números sempre refletem a decisão tomada.
Conclusão
A gestão da saúde empresarial precisa evoluir.
Não se trata apenas de manter um plano ativo, mas de construir uma estratégia que una:
Prevenção
Acompanhamento
Gestão inteligente
Tomada de decisão baseada em dados
Empresas que entendem isso hoje estarão mais preparadas para o futuro.
Vamos conversar?
Se você atua em RH ou na gestão da sua empresa e quer entender como aplicar essas estratégias na prática, estou à disposição para um bate-papo.
Cuidar da saúde hoje é garantir resultados amanhã.
