É bonita? Cai fora! As belas têm menos chance de ser contratadas, diz estudo

secretaria-atraenteBeleza pesa no processo seletivo? Ao que tudo indica pesa e continuará pesando, o assunto é polêmico e recente estudo veio colocar mais uma pimentinha no tema.

Ao investigar se a beleza física do candidato influencia na hora da contratação, os professores Bradley J. Ruffle e Ze’ev Shtudiner, respectivamente da Ben-Gurion University e do Ariel University Center, em Israel, constataram que há disparidade de tratamento aos candidatos do sexo masculino e do feminino, dependendo dos seus atributos físicos. Homens atraentes têm mais chance de conseguir o emprego do que homens sem graça. Já com as mulheres, o jogo se inverte. A candidata bonita tem menos chance de ser aprovada. A dupla enviou 5.312 currículos fictícios para anúncios de emprego. Em metade dos currículos, encartaram a foto do candidato ou candidata (belos ou feios). Na outra metade, o currículo foi enviado sem foto. A qualificação dos 5 mil candidatos fictícios era equivalente.

A resposta das empresas aos homens bonitos foi de 19,7%, quase o dobro do que aos feiosos, 9,2%. Até o “candidato” sem foto se deu melhor do que o feio: 13,7%. Entre as mulheres, a aceitação de candidatas sem foto foi de 16,6%, seguida das candidatas sem graça, 13,6%. Por último, o percentual de aprovação às candidatas atraentes foi o mais baixo, 12,8%.

“O estafe dos departamentos de recursos humanos, no Ocidente pelo menos, é composto predominantemente de mulheres jovens e solteiras”, escreveu Ruffle, professor assistente de economia, no blog da Harvard Business Review. Segundo a dupla, o contraste de tratamento entre os sexos é um indício de ciúmes do RH em relação à candidata bonita.

Num mundo perfeito, não haveria tal discriminação”, diz Ruffle. Uma inocente foto de currículo só serviria para o empregador ligar o rosto do candidato ao nome. Cutucando a ferida, a dupla conclui que as empresas, ao permitir que o RH se torne um departamento predominantemente feminino, prestam um desserviço a si mesmas. “Um maior equilíbrio entre os sexos dos responsáveis pela contratação reduziria tais preconceitos”, diz Ruffle.

Como antecipei, o tema é cercado de polêmica, em outras círculos de RH ressaltam que a aparência no caso das mulheres pesa muito à favor, enfim acho que devemos pesar as culturas e ambientes da organização que está contratando, uma coisa é certa, se você está sendo contratado (a) fortemente devido a sua aparência, essa pode não ser a melhor empresa para você trabalhar. #Fica a dica do Editor!

Veja outro texto interessante sobre esse tema: https://opiniaorh.com/2012/08/13/a-vantagem-da-beleza-profissionais-bonitos-tem-mais-chances-de-sucesso/

Fonte: Época Negócios

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