Empresas da região Bragantina e Sul de Minas NÃO estão demitindo

Levantamento feito pelo Atibaia Grupo de Recursos Humanos e Região “AGRUPARH” apurou que empresas estão lançando mão de outras ferramentas procurando preservar os empregos

O AGRUPARH constatou através de pesquisa informal que grandes empregadores e até empresas de médio porte situadas na região Bragantina e no Sul de Minas Gerais estão adotando de bastante prudência nesse momento de incertezas e inseguranças na economia do país.

Foram consultadas diversas empresas localizadas em Pouso Alegre e Extrema (MG), Bragança Paulista, Atibaia, Nazaré Paulista, Piracaia entre outras, o levantamento mostrou de forma unânime que os empregadores estão trabalhando com duas ferramentas bastante eficazes em momentos como esse: A compensação do “Banco de Horas” e a concessão imediata de Férias para quem já as tinha vencidas (e caso negativo até mesmo antecipação do direito de férias, flexibilizado pela Medida Provisória 927/2020 da presidência de república).

O Banco de horas é a compensação das horas adicionais de trabalho por meio de folgas.

Trata-se de uma possibilidade de compensação assegurada pela Lei nº 9.601, de 21 de janeiro de 1998, que alterou o artigo 59º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

É como uma conta bancária, onde credita-se as horas trabalhadas após o expediente, e posteriormente debita-se os períodos de folga.

O banco de horas pode ser acordado ainda de forma individual entre colaborador e empresa, conforme estabelecido pela Nova Lei Trabalhista.

Fato é que essa ferramenta está se mostrando muito útil nesse momento fazendo os trabalhadores permanecerem em suas casas e recebendo o seus salários normalmente.

Já a flexibilização das regras para concessão de férias viabilizada na Medida Provisória 927/2020 trouxe a possibilidade das empresas comunicarem o início das férias em até 48 horas antes, concessão de licença remunerada e  definiu um maior prazo para pagamento do 1/3 referente a essas férias, medida acertada que permitiu a vários empregadores colocar seus colaboradores em férias dando um fôlego de aos menos trinta dias, um prazo mais adequado para os administradores estudarem em qual status a pandemia se encontrará e de que forma o mercado irá reagir.

Os sindicatos flexibilizaram regras e concessões, por exemplo o de empregados em hotéis, bares e restaurantes da região, permitiu um “acordo” de paralisação do contrato de trabalho no qual os empregadores podem pagar 50% do salário do colaborador por um período de 4 meses de inatividade sob o compromisso de não demitir funcionários, mantendo condições de convênio médico entre outras.

Fato é que os Gestores de RH informaram que não demitiram a não ser casos específicos de baixa produtividade de colaborador, e pelo menos pelos próximos 30 dias de Abril não há que se falar em escalada das demissões por enquanto, o cenário é de cautela, e as empresas encontraram instrumentos para um fôlego extra, e ainda há as empresas dos ramos considerados “essenciais” que não paralisaram seus serviços, em fato aumentaram exponencialmente seus processos produtivos e estão com demandas de vagas, com processos seletivos abertos nesse momento.

 

Fonte: Assessoria AGRUPARH 

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