O melhor e o pior setor para buscar emprego no Brasil atualmente

Relatório mostra boas notícias para o mercado de trabalho brasileiro

O setor mais otimista para contratação no Brasil em 2017 é o de agricultura, pesca e mineração, de acordo com uma pesquisa do ManpowerGroup enviada à imprensa nesta terça­feira, 14 de março. Aquele que apresentou os empregadores mais pessimistas, por sua vez, foi o de construção civil.

O estudo entrevistou 850 empregadores no Brasil e 58.293 profissionais em 43 países, e seus resultados são referentes ao segundo trimestre de 2017. A boa notícia é que as perspectivas de contratação atuais são as mais otimistas dos últimos dois anos.

Dizem os resultados que as intenções de contratação para o segundo trimestre do ano atingiram o nível de 4% no Brasil, apresentando crescimento de 6 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior e 4 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre de 2017.

Quanto à possibilidade de demissões, dois terços dos empregadores entrevistados disseram que têm planos de manterem sua força de trabalho para os próximos três meses.

As previsões para o segundo trimestre continuam desapontando, mas temos alguns sinais de estímulo. Por exemplo, a confiança em melhoria na contratação no setor de transporte tem apresentado um crescimento gradual por três trimestres consecutivos. E o setor industrial tem a mais forte previsão desde 2014. É muito cedo para dizer que estes indicadores positivos signifiquem uma reviravolta, mas nós esperamos que o pior já tenha passado”, disse, em nota, o CEO do ManpowerGroup no Brasil, Nilson Pereira.

Projeções
Embora as projeções digam que a contratação de profissionais deve se reduzir em seis dos oito setores da indústria e em duas das cinco regiões pesquisadas, as intenções de contratação melhoraram em cinco setores e quatro regiões quando comparado ao trimestre anterior.
Foram oito setores pesquisados no país. O de agricultura, pesca e mineração, em destaque, apresentou margem de 17% em intenção de contratação. Já o pior indicador, do setor de construção civil, ficou em 21%.

A pesquisa também destacou o setor de finanças, seguro e imobiliário, cuja perspectiva de – 2% foi a mais fraca desde que se iniciou o projeto da companhia, há oito anos.

Também faz diferença o porte da companhia. Empregadores e empresas grandes “anteciparam melhora na expectativa de contratação para o segundo trimestre, reportando uma previsão de 6%. Por outro lado, empregadores de empresas de outros tamanhos anteciparam um declínio nos níveis de contratação, sendo que o pior cenário foi reportado em micro­empresas, com ­10%”, mostra a pesquisa.

Regionalmente, São Paulo apresentou os melhores indicadores, com perspectiva de crescimento de 3% em relação ao trimestre anterior e 8% na comparação com o mesmo período de 2016. O pior cenário é no Rio de Janeiro que apresentou uma previsão de queda de 23% para o próximo trimestre, queda de 6 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior e 4 pontos percentuais na comparação anual.

Fonte: Infomone

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