Autoconfiança e Responsabilidade

acordeSe você quiser alcançar suas maiores aspirações, superar seus desafios e desenvolver o que há de melhor em si, precisa assumir 100% de responsabilidade sobre sua vida. A verdade é: somos os únicos responsáveis por nossa vida, mas raras vezes pensamos desta maneira.
A regra geral nos manda culpar o outro ou uma circunstância qualquer por nossos obstáculos, problemas e reveses. Esse tipo de atitude alivia nossa consciência por um tempo, mas nos atrela permanentemente a esses problemas e reveses, impedindo nosso crescimento.

Quando algo nos acontece, podemos assumir dois tipos de atitude: chamar a responsabilidade para nós e agir, ou negá-la, responsabilizando outra pessoa ou circunstância. Quando negamos nossa responsabilidade, quando culpamos outra pessoa, Deus, o destino, o Universo, a sorte ou uma circunstância qualquer, colocamo-nos em posição de vítima. E nessa condição renunciamos ao controle de nossa vida. Perdemos a esperança, o entusiasmo e a motivação, e nos acomodamos em um estado de resignação, estagnação e frustração. É nesse momento que a confiança dá lugar à depreciação, reclamação, discussão, comparação e crítica.

Isso é muito sério. Se você acredita que não possui controle sobre o que acontece com você, esse controle necessariamente precisa estar nas mãos de outra pessoa ou entidade. Se for assim, você não passa de um fantoche, um boneco que se movimenta de acordo com os desejos de outra pessoa. Se você não tiver controle sobre sua vida, se ele está nas mãos de outra pessoa, como poderá ter autoconfiança?

Neste caso, há poucas coisas que poderá fazer com sua vida além de torcer para que quem esteja no controle seja benevolente e piedoso com você. E isso, geralmente, é muito frustrante. Nada pode ser mais frustrante do que depender permanentemente da piedade alheia. Nossa vida não tem sentido assim.

Toda vez que alguém diz “Essa pessoa me tira do sério!”, na verdade está dizendo que seu estado emocional está nas mãos de outra pessoa; que ele não possui controle sobre as próprias emoções; que outra pessoa, por meio de suas atitudes, o controla. Quando alguém diz que não possui tempo para fazer o que mais gosta, na verdade está afirmando que não tem controle sobre o próprio tempo; que são as circunstâncias que decidem o que ele fará ou não.

É preciso esclarecer, pelo menos para si, se você é escravo de escolhas erradas ou se está conscientemente nessa situação por um tempo, apenas, pois sabe que precisa mudar. Quando alguém subjuga o próprio talento para exercer uma atividade que não proporciona realização, mas que oferece certa segurança, está abrindo mão da liberdade e, por consequência, da felicidade. Quando alguém diz que não sabe qual é o seu talento e não se empenha em encontrá-lo, está deixando se controlar pela preguiça e pela ignorância.

Todas essas situações afirmam a dependência e a falta de controle sobre a vida. E são elas as principais causas da frustração, da insatisfação e do estresse que sentimos. E da falta de sentido em relação ao próprio trabalho.
Esse condicionamento que nos dá a aparente noção de falta de controle pode ter origem em questões individuais, sociais ou culturais.

Qualquer uma dessas três origens, no fundo, não possui poder sobre nós, a menos que, por escolha ou omissão, não assumamos o controle e a responsabilidade sobre nossa vida. Nossa essência, o que nos faz humanos, é a capacidade de dirigir nossa vida. Podemos fazer escolhas embasadas em nossos desejos, mudar nosso futuro e influenciar nossas circunstâncias. Temos a capacidade de nos reinventar.

Não temos o poder de alterar certas coisas, como a herança genética e as influências que tivemos no passado, mas temos o poder de decidir o que faremos com nossa genética e com as demais influências no presente.
Cada um de nós tem, dentro de si, o poder de decidir como esses condicionamentos nos afetarão daqui para frente. Não importa o que tenha nos acontecido ou o que ainda nos acontecerá. Sempre teremos o poder de escolher como reagir a esses acontecimentos.

Assumir a responsabilidade sobre nossa vida significa ter consciência desse poder e utilizá-lo. Implica que você, apesar de muitas vezes não ser o responsável pelo que acontece em sua vida, tem responsabilidade pela atitude ou comportamento que tomará diante do que lhe aconteceu. Assumir responsabilidade significa que você tem capacidade de subordinar eventos e circunstâncias que estão fora de seu controle às suas decisões e escolhas pessoais. A consciência desse poder de subordinação é a segunda maior fonte de autoconfiança que você pode desenvolver.

O que mais nos afeta não é o que acontece conosco e que está fora de nosso controle, mas é a resposta que damos a esses acontecimentos.

Autor: Levi Lourenço

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