SWOT pessoal: uma poderosa ferramenta para a superação dos seus objetivos

swot-analysisTenho certeza de que você já ouviu falar sobre a matriz SWOT, voltada para a sua empresa e para os negócios. Certo? Mas você já ouviu falar sobre SWOT pessoal?

Sou e sempre serei um grande usuário dessa ferramenta estratégica para obtenção de resultados, uso em minha vida profissional e nas empresas onde atuo, resumindo sou um entusiasta da Análise SWOT.

Antes de colocarmos “a mão na massa”, vale definirmos SWOT como uma ferramenta de gestão bastante utilizada para o mapeamento de forças (Strenghts), fraquezas (Weaknesses), oportunidades (Opportunities) e ameaças (Threats).

É evidente que, embora baseada no conceito original, a SWOT sobre a qual vamos falar foi adaptada para atender às necessidades de um modelo com foco no indivíduo, o que a deixa muito mais complexa e interessante.

Discorrerei sobre cada um dos pontos e a maneira mais simples de como criar e utilizar a sua própria ferramenta! Vamos lá!

A partir de agora, o mais importante será dedicar alguns minutos, para refletir sobre cada um dos próximos pontos e ser muito fiel a si mesmo! Comprometa-se com este exercício e torne-se a melhor versão de você mesmo!

Passo I – Levantamento das suas forças (Strenghts)

Neste passo, você deve refletir sobre as aptidões e diferenciais que possui para o atingimento e superação dos seus objetivos pessoais.

Aqui, vale listar os aspectos internos que o tornam único e especial e que fazem de você uma pessoa diferente das demais.

Como fazer isto? Resgate as coisas positivas que os outros dizem sobre você, formal e informalmente e considere apenas aquilo que te caracteriza e diferencia dos demais. Anote os pontos que costumam te auxiliar em situações difíceis e pense nos motivos pelos quais as pessoas costumam te procurar, em busca de auxílio.

Se você ainda está na dúvida quanto às suas forças, seguem alguns questionamentos que podem ajudá-lo:

Quais as suas competências mais valorizadas?
Qual é o seu maior diferencial?
O que você faz de melhor?
Ficou mais fácil? Se ainda estiver com dificuldades, recorra aos amigos e pessoas mais próximas. Com certeza eles terão muitas coisas boas para falar sobre você e o quanto você faz diferença nas vidas deles.

Passo II – Fraquezas (Weaknesses)

Agora, você deve pensar em tudo aquilo que bloqueia o seu crescimento e desenvolvimento. Levante os seus pontos de melhoria e considere as características que fazem ou fizeram falta para o atingimento de algum objetivo.

Por termos o costume de encontrarmos, com mais facilidade, pontos de melhoria do que pontos fortes, eu acredito que você já tenha uma lista de fraquezas. Acertei?

Se eu estiver errada, reflita sobre os pontos abaixo, para construir esta fase do exercício:

Que tipo de atividade você não gosta ou não sabe executar?
Quais são as suas dificuldades técnicas?
Você tem algum comportamento sabotador?
E agora? Conseguiu finalizar o passo II? Aqui, como no passo I, vale utilizar feedbacks já recebidos e ainda não endereçados. Reflita sobre cada feedback recebido e estime o impacto das atitudes e comportamentos levantados, para a superação do seu objetivo. Quanto maior o impacto, maior a relevância desta mudança para o seu plano funcionar.

Passo III – Oportunidades (Opportunities)

Diferente dos dois primeiros passos, relacionados ao meio interno, os passos III e IV referem-se ao meio externo e a forma como este pode contribuir ou desfavorecer o atingimento dos seus objetivos.

Neste momento, você deve considerar tudo aquilo que, aliado as suas fortalezas, pode contribuir para a superação do seu objetivo.

A forma mais fácil de fazer esta fase do exercício é, também, questionando-se:

Como está a minha rede de contatos?
Eu conheço pessoas que já atingiram o objetivo que eu almejo?
Existe crescimento no meu ramo de atuação?
Esta fase só estará concluída quando você levantar caminhos diferentes dos já definidos ou percorridos. Inspire-se, analise o seu mercado, os seus pares e as pessoas em que você se espelha!

Passo IV – Ameaças (Threats)

No passo anterior, utilizamos as nossas forças para identificarmos as nossas oportunidades. Agora, para identificarmos as nossas ameaças, iremos revisar e refletir sobre as nossas fraquezas.

Difícil? Vamos lá!

A pergunta principal a ser feita é: quais ameaças, geradas ou incentivadas pelas minhas fraquezas, podem impedir você de chegar aos seus objetivos?

Entendo que esta seja a parte mais complexa do exercício e é fundamental que você dedique alguns minutos, esclareça algumas dúvidas internas e, a partir daí, liste as suas principais ameaças.

Eu vou ajudar, sugerindo alguns pontos que, considerados, devem ajuda-lo a chegar nestas respostas:

A minha falta de conhecimento sobre determinado assunto me coloca em uma posição de risco ou me desfavorece?
Eu gosto do que estou fazendo a ponto de aumentar o meu nível de dedicação e buscar evolução?
A minha indisposição para fazer algo pode me atrapalhar na conquista do meu objetivo?
Neste momento, você deve ter acumulado uma quantidade enorme e bastante relevante de informações e, antes de partirmos para a elaboração de um plano de ação, sugiro que releia cada um dos pontos levantados e questione a sua relevância e influência. Esta análise é fundamental para que você tenha a certeza de que cada uma das fases foi contemplada, revisada e está de acordo com os seus objetivos pessoais e de desenvolvimento.

Passo V – Construção do Plano de Ação

Tenho certeza de que este exercício foi bastante valioso, mas, como já é sabido, de nada adianta termos levantado os nossos pontos fortes, oportunidades, fraquezas e ameaças, se não definirmos um plano de ação a altura.

Espero que você tenha gostado do aquecimento. Agora, darei algumas dicas sobre a construção de um plano de ação efetivo, para que você, através das análises realizadas, esteja a mais um passo rumo ao seu objetivo.

Pronto para começar?

O modelo mais utilizado para a construção de plano de ação é o 5W2H. Através desta técnica, é possível definir uma maneira clara e objetiva de listar cada uma das ações e acompanhar a forma como ela será executada.

Preste atenção no passo a passo e comece a preparar o seu! O plano de ação correto direciona você a qualquer objetivo, pois tudo é possível quando sabemos o que queremos e temos a clareza quanto ao que é necessário ser feito!

I. What – Defina o que será feito;

II. Who – Indique o responsável pela ação;

III. When – Determine os prazos para a realização de cada tarefa/ação;

IV. Where – Cite onde será feita a ação;

V. Why – Reflita sobre a importância da execução da atividade e o motivo para que esta ação seja concluída;

VI. How? – Mencione a forma como será feito;

VII. How much – Levante os custos para a realização desta atividade.

Além disso, sugiro incluir a coluna “Status” para que você acompanhe cada uma das ações e vá incluindo os updates de cada uma delas.

Então, estão satisfeitos com as respostas encontradas? Houve muitas surpresas?

Espero que, no desenvolvimento deste exercício, você tenha aprofundado o seu conhecimento sobre si mesmo; que tenha sido o mais honesto e transparente consigo mesmo e que, principalmente, tenha se surpreendido com a quantidade de forças e oportunidades que tem e que irão auxiliá-lo a atingir todo e qualquer objetivo que puder imaginar!

Sem dúvida, se bem executado, este exercício será o começo de uma brilhante e consistente trajetória, rumo à sua potencialização, desenvolvimento e evolução.

 

 

Fonte: Nathali Teixeira p/ Administradores

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