Como a análise SWOT pode ajudar você a ser mais produtivo?

De acordo com Marcia Vazquez, que é Gestora do Capital Humano e de Operações na Thomas Case & Associados, consultoria com mais de 40 anos de atuação na gestão de carreiras e de RH, ser produtivo no trabalho é muito mais do que simplesmente a capacidade de produzir, de gerar um produto, fruto deste trabalho, associado à técnica e ao capital empregado.

Para ela, a produtividade está, via de regra, ancorada em habilidades intrapessoais e interpessoais que se desenvolvem a partir da primeira infância e tem consequências importantes para o desenvolvimento das nossas tarefas na vida adulta, pois formam a “fundação” sobre a qual nossas ações se desenvolvem.

Vazquez propõe algumas atitudes interessantes que podem auxiliar na busca de uma produtividade mais aflorada para realização do trabalho. Ser produtivo exige uma análise SWOT de nós mesmos para a:

1. Identificar fortalezas: saber o que temos em termos de conhecimentos, competências, habilidades, características pessoais, atividades que dominamos, o que apresentamos mais facilidade para fazer, no que nos destacamos, no que somos diferentes, como agregamos valor etc. permite que tenhamos a correta dimensão do modo como fazemos aquilo que tem de ser feito. Se conseguimos conhecer a nós mesmos saberemos exatamente à quais tarefas vamos nos dedicar com maior ou menor capacidade/talento e planejar uma forma de atuação mais assertiva quando estivermos diante daquelas que não dominamos. A regra é gastar menos tempo diante de nossas fortalezas.

2. Identificar fraquezas: significa “sair da zona de conforto” e apontar tarefas que não se gosta de fazer, tarefas que se tem dificuldade de realizar, gaps de conhecimentos, gaps de experiência, erros cometidos e características de personalidade que prejudicam o desempenho. Se conseguirmos entender o que está nos impedindo de chegar aos resultados esperados e abrirmos espaço para trabalhar mais com nossos obstáculos, poderemos buscar estímulos em nós para o cumprimento das atividades ou o apoio externo do qual precisamos para cumpri-las.

3. Identificar oportunidades: tem como base nossas reais convicções sobre o que é mais e menos importante no dia a dia de nossas atividades profissionais (e na vida!), possibilitando analisar as atividades ainda não exploradas, as tendências de atuação diante do que precisamos “entregar” que podem estar comprometendo os resultados, a evolução tecnológica frente às tarefas que não estamos explorando e a capacitação exigida para realizarmos o planejamento estratégico de nossas ações.

4. Identificar ameaças: é preciso refletir sobre o ambiente externo e seus possíveis reflexos em nossa atuação profissional analisando o cenário a nossa volta, as variáveis – internas e externas – que podem afetar o nosso desempenho, os parâmetros intra e extra organizacionais que interferem no sucesso de nossas atividades, as competências e habilidades não desenvolvidas e os conhecimentos não adquiridos.

Fonte: Profissional & Negócios

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