7 coisas que não adianta fazer para conseguir um emprego

procurando empregoAlguns diferenciais estão um tanto quanto “desatualizados” e terminam por sujar a imagem do candidato ao invés de ajudá-lo

Grupos em redes sociais, sites de companhias, sites especializados em currículos digitais e os bons e velhos CV impressos estão cada vez mais fazendo parte do cotidiano do brasileiro. Afinal de contas, estamos em um período de crise econômica e o número de desempregados só aumenta. Porém, o mercado grita que há vagas, mas falta profissionais qualificados para ocupá-las. No meio dessa confusão toda, muitos profissionais criam milhares de estratégias diferentes para conquistar recrutadores e executivos, visando garantir a tão sonhada ou necessária vaga de emprego e burlar a crise.

No entanto, alguns métodos estão um tanto quanto “desatualizados” e terminam por sujar a imagem do candidato ao invés de ajudá-lo. Encontrar vagas aberta realmente está mais fácil, mas conseguir destaque em processos seletivos cada vez mais disputados, não. Por isso, é bom prestar atenção no modo com que você chega até a tão sonhada vaga, evitando que o seu diferencial seja, na verdade, algo negativo.

Abaixo você confere sete dicas que demostram como pensamentos ultrapassados de seleção devem ser atualizados, evitando com que você passe vergonha e dê adeus ao mercado de trabalho:

1. Mentir quando perguntarem o quanto você ganhava anteriormente

Mentir em um processo seletivo não é recomendado sob nenhuma hipótese, ainda mais se o assunto for dinheiro. Saber o salário de um determinado profissional não é mais coisa de outro mundo. Até na internet é possível conferir a remuneração de alguns profissionais. Por isso, não minta. A tática de tentar ganhar mais ao aumentar o seu salário anterior é quase que impossível hoje em dia. Afinal, selecionadores experientes sabem o valor médio que empresas pagam por cargos similares. Se o profissional perceber que você está mentindo, a sua chance de contratação será muito baixa.

2. Aceitar qualquer vaga para evitar o desemprego

Ninguém quer passar muito tempo fora do mercado de trabalho. Para quem é independente, o salário é a única forma de pagar contas básicas e de sobreviver em meio ao caos do cotidiano. No entanto, aceitar qualquer vaga apenas para gerar um ganho extra pode ser uma péssima opção para muitos profissionais. Os motivos? Demissão, desmotivação e o carimbo na carteira de trabalho. Se você fica aceitando qualquer proposta e lotando sua carteira de trabalho e currículo com várias empresas e pouco tempo de trabalho, com certeza isso vai chamar atenção do selecionador da sua tão sonhada vaga quando ela for aberta. E isso pode atrapalhar muito no processo seletivo, pois você será classificado como alguém instável, algo que nenhuma empresa quer ter em seu quadro de funcionários.

3. Investir em qualquer vaga aberta

Antes da popularização da internet, era bastante comum enviar currículos para empresas sem saber o mínimo sobre a vaga em questão e até sem saber se tal organização estava procurando por novos funcionários. Hoje em dia isso é raro, pois a agilidade dos atuais processos seletivos requer currículos específicos para realizar a seleção do profissional em pouco tempo, já que a palavra de ordem dentro de muitas empresas é eficiência. No entanto, o envio descoordenado de CVs ainda acontece. Por isso, fique atento: investir no envio de currículos para áreas que não seja a sua só vai desperdiçar o tempo do selecionador de HR, o seu, gerar custos desnecessários e pode até “queimar o seu filme”.

4. Colocar o máximo de informações possíveis em seu CV

Como dito anteriormente, os processos seletivos estão mais práticos e rápidos. O objetivo dos selecionadores é escolher o melhor profissional para aquele cargo e não conhecer a sua vida “de cabo a rabo”.

Coloque o que importa, mas com cautela. Pense no peso que cada aspecto tem em seu currículo e se vale o não colocá-lo a disposição do profissional recrutador. O pensamento de “quanto maior o currículo, maior a carga profissional e a chance de contratação” não vale mais. Tenha um CV enxuto, prático, direto, sem voltas e sem textões. Facilite a vida do selecionador e ele facilitará a sua. É válido, inclusive, criar diferentes versões do currículo, uma para cada vaga a ser disputada. Afinal de contas, por mais que os cargos possam ser similares, há sempre diferenças que chamam mais atenção da empresa X e outros aspectos mais importantes para a Y.

5. Ir pessoalmente ao seu possível futuro local de trabalho sem convite prévio

Se você não foi chamado para alguma etapa presencial, não há motivos para ir até o local. Ainda mais se sua intenção for chamar atenção de executivos ou selecionadores, pois eles estarão bem ocupados com outras várias funções durante sua visita e atrapalhar o trabalho alheio não é nada legal. Uma visita surpresa pode gerar o efeito contrário e aparentar que você está desesperado ou forçando a barra. Nenhum recrutador vai querer perder tempo com um possível candidado que não foi convocado para ir até o local.

6. Acreditar que ter um curso superior já é o suficiente

Já passou o tempo onde recurtradores priorizavam apenas dois ou três candidatos que tinham formação acadêmica superior. Os tempos são outros. Hoje, ter um diploma de nível elevado é algo cada vez mais comum e, com isso, torna-se quase uma característica base para concorrer aos diversos cargos disponíveis no mercado. Por isso, invista em especializações, experiências, projetos, MBA e tudo que possa dar uma fortificada em sua formação superior. Afinal, quanto mais títulos, mais peso o curriculo terá e mais atenção do recrutador de RH ele ganhará.

7. Apelar para o “Quem Indica”

Convenhamos, o QI, “Quem Indica”, já foi bastante utilizado durante muito tempo para ganhar mais importância e destaque em processos seletivos. Hoje em dia a tática ainda está em uso, mas pode gerar problemas ao invés de benefícios. Empresas visam crescimento e de nada adianta você ser primo(a)/cunhado(a)/sogro(a)/amigo(a) de alguém importante se, na prática, nenhum benefício trará para a companhia. O máximo que você vai conseguir ao dizer para o recrutador que conhece o “fulano” é um sorriso ou comentário qualquer. Não estamos afirmando que não há mais privilégios gerados por parentescos dentro de empresas, pois sabemos que isso existe. Porém, o atual foco das organizações em pleno período de crise é, de fato, sobreviver e lucrar, e não agradar amigos e colegas contratanto parentes inapropriados para funções importantes.

 

Fonte: Administradores

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