Jovens em cargos de liderança? Por que não?

Conheça as diferenças na liderança dos profissionais da Geração Y e como eles estão ganhando espaço à frente de cargos importantes dentro das organizações

Assumir um cargo de liderança ainda jovem? Sim, por que não? Hoje encontramos cada vez mais membros da Geração Y tornando-se gestores de área e assumindo grandes posições nas empresas. A pouca idade não é empecilho para galgar grandes cargos, porém a pouca experiência pode sim ser algo a ser considerado.

Para Paulo Alvarenga é sócio-diretor da Crescimentum, desenvolver uma liderança significa ampliar a capacidade de utilizar o seu potencial ao máximo, com ética e integridade. “Não existem líderes prontos, pois liderança não é o que você faz, e sim o que você é. Se você dá a seu time o que ele precisa e não o que ele quer, ele também vai lhe dar o que você precisa para liderar com eficácia. Portanto, já que liderança é influência, todos podem ser líderes, porque podem influenciar pessoas. A diferença está na responsabilidade que cada um possui.”

No Vagas Tecnologia a liderança é conquistada no dia a dia, em cada projeto e, até mesmo, em cada reunião, como explica Rafael Canziani, 28 anos, da equipe de Comunicação da empresa. “Temos uma liderança heterogênica, com diversas visões. Essa pluralidade de líderes dá espaço para todos que desejam tomar a frente em qualquer projeto, principalmente para os jovens, que possuem uma sede para fazer as coisas acontecerem”. Rafael explica ainda que “hoje não podemos simplesmente demandar para as pessoas, precisamos estar próximos e acessíveis. O antigo chefe inacessível não existe mais. Um bom líder é aquele que incentiva o desenvolvimento e crescimento na carreira das pessoas em sua equipe”.

A especialista em geração Y, Eline Kullock afirma que esse tipo de liderança veio para ficar e aponta alguns aspectos presentes nesses jovens que os diferenciam das demais gerações. “Os jovens da Geração Y vão assumindo posições de liderança quando demonstram potencial para chefiar uma equipe, ao terem pensamento estratégico, valores organizacionais e um bom relacionamento com pares e subordinados. Porém, seus desafios estão ligados ao desenvolvimento de suas habilidades para reconhecer talentos, engajar a equipe e comunicar uma estratégia.”

Sobre os desafios, Canziani explica ainda que “ele está em interagir essa nova forma de pensar com o velho pensamento das antigas gerações, onde o tempo de casa, por muitas vezes, já era o suficiente para se destacar e crescer. Outro desafio é coincidir a ansiedade e a velocidade das gerações, o que muitas vezes pode criar atritos na liderança com o liderado.”

Fonte: Melhor Gestão de Pessoas

O tema ainda é polêmico por isso o Opinião RH quer saber o que você pensa sobre ele:

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