DICAS DE COMO LIDAR COM PESSOAS QUE SE FAZEM DE VÍTIMAS

Foto por Anna Shvets em Pexels.com

Você já vivenciou uma situação em que percebeu uma pessoa se fazendo de vítima? Por mais estranho que isso possa parecer, esse tipo de reação é muito comum. No artigo de hoje, você vai conferir os principais casos em que isso pode acontecer. É só continuar lendo!

5 maneiras de como identificar o coitadismo

Nem sempre é simples encontrar a situação exata em que alguém está se fazendo de vítima. Quem sabe a pessoa nem perceba! Para ajudar você a identificar esse tipo de situação, vamos mostrar as mais comuns. Confira agora mesmo quais são os 5 elementos que você deve prestar atenção:

  • Pensamento negativo

Na maior parte dos casos, uma pessoa que aderiu ao coitadismo tem pensamentos, ações e falas negativas. Por exemplo, um colaborador que não consegue obter aprendizados com os seus próprios erros ou que só consegue enxergar o lado ruim das situações.

Aprenda mais: os benefícios do pensamento positivo

  • Admite o erro

Imagine uma pessoa que fez algo errado no trabalho e não consegue resolver a situação sozinha. Então, ela confesse o erro para um superior e pede ajuda para consertá-lo. Até aí tudo bem, pois todo ser humano pode errar. O problema é o discurso que essa pessoa faz para o gestor ao contar o ocorrido.

As palavras são amarradas de uma forma que pede a compaixão do ouvinte. Esse tipo de fala em um ambiente profissional pode demonstrar fraquezas e até um lado mais manipulador do articulador, afinal ele está tentando sensibilizar o ouvinte por meio do coitadismo.

Aprenda mais: a importância de assumir seus erros no ambiente de trabalho

  • Não admite o erro

Pior do que aquele que admite que fez algo incorreto, é aquele que não assume a responsabilidade. Infelizmente, esse tipo de colaborador costuma permite que o problema cresça e somente fala dele quando é pressionado para tal. É o famoso efeito da bola de neve que só cresce à medida que cai na colina.

As atitudes que tendem a esconder uma situação problemática podem ser consideradas desonestas. Sabendo disso, o funcionário que se comportou dessa maneira costuma usar uma defesa que puxa para o coitadismo, para tentar sensibilizar seus superiores que cobram por explicações.

  • Culpa os outros pela sua ação

Ainda existe um caso pior do que não admitir a culpa, que é o da pessoa que transfere a responsabilidade de um problema para outra. Isso não é interessante para quem é acusado injustamente ou para o seu próprio marketing pessoal.

Aprenda mais: aprender com os erros – um caminho para o crescimento

  • Sofre por antecipação

Toda empresa tem aqueles funcionários que costumam sofrer por antecipação. Esse tipo de comportamento tem um lado positivo e outro negativo. No lado positivo, podemos destacar a preocupação mais atenciosa com detalhes. Do lado negativo, podemos falar sobre a pressão que uma situação como essa pode trazer para o próprio colaborador e para quem trabalha com ele.

Quando questionado sobre o estresse que está causando, o colaborador se justifica usando argumentos que levam o ouvinte a ter pena dele e do momento em que ele está vivendo.

5 dicas de como ajudar quem se faz de vítima

Agora que você já sabe sobre como identificar situações em que uma pessoa está se fazendo de vítima, confira recomendações de como ajudá-la a não cometer esse tipo de comportamento. Veja agora quais são os 5 principais conselhos:

  1. Avise na hora: se alguém com quem você tem intimidade estiver fazendo um discurso de vítima ou se comportando como uma em uma situação em que isso não é adequado, avise-o. Não é preciso fazer um escândalo a respeito, apenas falar de forma discreta. É mais fácil para uma pessoa entender e se corrigir quando ela consegue enxergar os erros.
  2. Ensine baseado em exemplos: assim como na dica acima, é interessante que você mostre a pessoa quais são os cenários em que se comporta usando o coitadismo. Em uma conversa saudável e com a intenção de ajudar, esse tipo de conselho é supervalioso. Assim, a pessoa reflete e pode até se controlar mais quando chegar em momentos parecidos com o exemplo que você indicou.
  3. Incentivar o aprendizado: aqueles que se fazem de vítima em diversos cenários da vida não precisam necessariamente viver em um ciclo vicioso. É possível que eles aprendam em quais momentos estão cometendo erros e como isso está afetando quem está ao redor deles. O coaching pode ser uma ótima opção para quem está buscando mais conhecimento e evolução profissional e pessoal. Por meio de técnicas e ferramentas efetivas, o coachee (aprendiz) exerce o autoconhecimento, o autodesenvolvimento, a autoconfiança, a inteligência emocional e muitas outras habilidades e competências valorizadas no mercado. Que tal recomendar o método para o amigo que está tendo comportamentos de vítima ultimamente?

  1. Recomendar a leitura de livros estimulantes: o livro “Desperte seu gigante interior” do Tony Robbins é um bom exemplo de livro que deve ficar na cabeceira de quem se interessa por inovação, dedicação e autoconfiança. Outro livro essencial é “O Poder do Coaching: Ferramentas, Foco e Resultados”, escrito por José Roberto Marques, fundador e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), é uma forma excelente de você conhecer mais a respeito do empoderamento pessoal e profissional que o método pode trazer para a sua vida. Uma última dica para esse artigo é a obra “O despertar de uma nova consciência”, do Eckhart Tolle. Neste livro, o autor ensina sobre autoconhecimento e a como despertar a sua consciência.
  2. Ofereça ajuda: quem está sendo vítima pode não estar percebendo o que faz ou não consegue sair desse tipo de situação. Por conta disso, é bacana que você ofereça ajuda. Você pode, por exemplo, ouvir o discurso que o colaborador vai falar para o chefe antes. Assim, você consegue analisar e dar sua opinião sincera com uma percepção mais crítica.

Fonte: IBC Coaching

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