O Brasil é o atual campeão mundial em rotatividade de funcionários, aponta uma pesquisa global da Robert Half realizada com 1.775 diretores de RH de 13 nacionalidades, sendo 100 brasileiros. No País, o turnover de colaboradores aumentou em 82% das empresas desde 2010, mais que o dobro da média mundial, que foi de 38%.
Para Mário Custódio, gerente da divisão de RH da Robert Half, os números traduzem a disputa por profissionais qualificados no Brasil. “Apesar de a economia não estar tão aquecida quanto o esperado, as empresas não pararam de contratar, principalmente se nos referirmos à mão de obra especializada”, afirma.
Os principais motivos citados para essa ‘dança das cadeiras’ acelerada foram baixa remuneração e falta de reconhecimento, desmotivação e preocupação com o futuro da companhia. De acordo com a pesquisa, a maioria dos diretores de RH conhece as dificuldades da empresa em reter esses profissionais, já que 59% dos entrevistados entendem que a saída dos executivos é justificada.
Nesse cenário, será cada vez mais necessário o uso de meios que permitam identificar a aderência de profissionais com os cargos para os quais se destinam, minimizando custos para as companhias que precisam gastar tempo e dinheiro recrutando, selecionando e treinando novos talentos. Segundo Almir Cozzolino, presidente da Talent Group, empresa especializada em recrutamento e seleção e terceirização de mão de obra, uma das saídas seria o uso de testes psicológicos que avaliam o perfil motivacional.
Fonte: | Portal Carreira & Sucesso

O tema realmente interessante.
Acredito que existem diversos fatores para alta rotatividade sim, conforme ilustra muito bem o post.
Mas existe algo que sempre costumo dizer e que realmente afeta muito as relações é a LIDERANÇA.
Isso mesmo, Aldo. Como sempre temos falado aqui no Opinião RH, a “chave” do sucesso de qualquer negócio passa pela qualidade das lideranças que ele possui em seus quadros.
Obrigado pela participação!