
Em um cenário cada vez mais competitivo e imediatista, liderança executiva e modelos escaláveis tornam-se decisivos para abertura de novos negócios e expansão sustentável
Em um ambiente econômico marcado por alta competitividade, pressão por resultados imediatos e decisões cada vez mais complexas, empresas que conseguem crescer de forma consistente têm um ponto em comum: estratégia clara, execução disciplinada e lideranças capazes de integrar visão de negócio com operação real.
O início de 2026 reforça esse movimento com um sinal claro de confiança do empresariado, ainda que acompanhado de maior seletividade competitiva. Segundo levantamento do SEBRAE, 57% dos microempreendedores brasileiros acreditam que 2026 será um ano melhor para seus negócios, enquanto outros 15% projetam estabilidade em relação a 2025. O dado revela um ambiente mais otimista, porém exigente, onde crescimento dependerá menos de oportunidade pontual e mais de estrutura, posicionamento e capacidade de execução. Nesse contexto, setores como Recursos Humanos, Hotelaria, Trade Marketing, Field Marketing, Varejo e Outsourcing passam a demandar estratégias cada vez mais integradas. A abertura de novas frentes de negócio deixou de ser apenas uma decisão tática e passou a exigir leitura profunda de mercado, domínio financeiro e modelos operacionais escaláveis.
Para Oberdan Lima, Diretor de Unidade de Negócios da TIMBRE, representativo grupo que atua desde 1989 no segmento de Recursos Humanos e Fieldmarketing, o momento reforça uma mudança estrutural na lógica de crescimento:
“O mercado ficou mais curto no tempo e mais exigente na entrega. Não basta ter uma boa ideia ou um produto competitivo. Cresce quem estrutura modelo de negócio, governa bem o P&L e executa com consistência, mesmo em ambientes de alta pressão.”
Com histórico consolidado em abertura de filiais, reestruturação de operações e expansão nacional, Oberdan Lima atua na construção de modelos multissetoriais capazes de responder à complexidade do mercado sem comprometer rentabilidade e governança. Ao longo de sua trajetória, liderou operações que alcançaram crescimentos expressivos de receita, sustentados por estratégia comercial, disciplina financeira e desenvolvimento de equipes de alta performance.
Dados recentes demonstram que em um mercado cada vez mais imediatista, a vantagem competitiva está na capacidade de integrar operações, vendas, planejamento, pricing e gestão de pessoas sob uma mesma lógica estratégica. Essa integração permite não apenas abrir novos negócios, mas sustentar crescimento mesmo em cenários de volatilidade econômica.
Segundo o executivo, empresas que não constroem essa base tendem a crescer de forma frágil:
“Abertura de negócio sem modelo escalável vira esforço isolado. Posicionamento estratégico hoje significa saber onde crescer, como crescer e até onde crescer, mantendo margem, cultura e governança.”
Em um país onde o otimismo empresarial volta a ganhar força em 2026, mas a competição se intensifica, lideranças capazes de transitar com fluidez entre o estratégico e o operacional tornam-se ativos centrais para empresas que buscam longevidade, consistência e relevância de mercado.
Fonte / Dados | Sebrae
https://www.contadores.cnt.br/projetos/54/noticias/empresariais/2025/12/17/microempreendedores-acreditam-que-2026-sera-melhor-que-2025-mostra-sebrae.html
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