Levantamento que ouviu 53.622 pessoas de 1.677 municípios brasileiros reforça prática do “QI”
Muitos me perguntam se em nossa região Atibaia – Bragança Paulista – Extrema – Pouso Alegre, o sistema de “QI” ou seja “Quem Indica” ainda prevalece, e a constatação a que chego é que: “Sim” as indicações profissionais ainda tem peso desproporcional em nossa região, Gestores e administradores de RH ainda consideram muito as observações e recomendações vindas dos colegas de outras empresas.
Isso porque os círculos ainda são “pequenos” sempre existem aqueles colegas das empresas próximas os quais temos mais afinidades e criamos maiores laços de amizade e com isso vem a confiança. ” É justo ou ético” ? Dependendo da política de recrutamento da empresa (se ela tiver uma!) é preciso atenção, o que acontece muitas vezes é que as pessoas possuem seus “desafetos” ou simplesmente pessoas as quais não tiveram uma convivência saudável e aí no único intuito de prejudicar o desafeto, pode-se “queimar o filme” de candidatos que muitas vezes podem ser a solução ideal de contratação para determinada empresa. Além disso isso promove uma verdadeira “dança das cadeiras” mantendo um círculo de indicações que não se renova impedindo a vinda de “sangue novo”, pessoas de outras região com novas idéias e métodos de trabalho.
O tema é polêmico, afinal tocamos num ponto que beira tanto a ética quanto a confiabilidade, por isso inseri uma Enquete para que todos possam opinar.
Cultivar uma boa rede de contatos (networking) é a estratégia mais eficiente para obter emprego. É o que prova a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros — Um Panorama sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Profissionais, realizada pelo site de empregos Catho em 2013. O levantamento, que ouviu 53.622 pessoas de 1.677 municípios brasileiros, aponta que 52,4% dos entrevistados chegaram ao atual posto de trabalho por meio da indicação de amigos ou conhecidos.
Em segundo lugar, destacam-se os sites de vagas (17,3%), seguidos pela tradicional apresentação de currículo diretamente para o eventual empregador (6%). Depois, aparecem as agências de emprego (5,8%).
Satisfação — Outra pesquisa jogou luz sobre outro ponto importante da área de carreiras: a insatisfação profissional. Quase 60% dos profissionais ouvidos no estudo afirmaram que já pensaram em “largar tudo” para iniciar uma carreira nova. Do total, 26% disseram que a ideia de recomeçar profissionalmente já havia sido cogitada “muitas vezes”.
O levantamento — que ouviu 1.006 pessoas de 22 estados — mostrou ainda que 65% dos entrevistados gostariam de atuar em áreas mais afinadas com sua personalidade.
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