RH Urgente: Ousar, Inovar e Performar
Este é o tema da 40ª Edição do CONARH que iniciou nesta segunda-feira dia 18 de Agosto , maior Congresso de Recursos Humanos da América Latina.
Num momento em que a Gestão dos Recursos Humanos, é cada vez mais expressiva dentro da estratégia das organizações, e o mercado se desenha com um público dinâmico e exigente, o tema central ecoa como um alerta.
A ousadia de uma visão ampla seja na gestão de carreiras, ou na inovação na forma de liderar são pontos cruciais para ressignificar ações comuns. E são esses temas, que temos o privilégio de acompanhar por toda a agenda de palestras e dinâmicas oferecidas, nos quatro dias de Congresso.
Simultaneamente ao Congresso, é possível participar de palestras gratuitas, oferecidas pelos patrocinadores, oportunidade em que visitantes, profissionais e estudantes de diversas áreas interagem e exploram experiências que vem acrescentar conhecimento, novas possibilidades e inovação na forma de perceber o cenário quem que atuamos.
Um momento ímpar para intensificar o papel do RH através das diversas propostas de serviços, produtos e oportunidades. Além de proporcionar integração com as novas tendências que vão refletir no Universo RH.
Paula Nicacio – Profissional de Recursos Humanos especial para o Opinião RH
OUTRO DESTAQUE foi a Palestra Magna de Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da Gerdau
“Contratamos um peão e formamos um cidadão”, disse o palestrante na magna Produtividade e competitividade: o que precisa mudar? Para ele, a satisfação e a qualificação do trabalhador são um recurso crucial para o desempenho econômico de uma organização. Funcionários são mais engajados e trabalham mais.
Johannpeter disse que a política da Gerdau sempre foi investir na qualificação e na promoção de seus quadros. “A maioria dos nossos executivos cresceu dentro da empresa”, diz. Segundo ele, uma gestão de talentos atrelada à meritocracia é a base para manter funcionários motivados, mas esse processo envolve todos os demais assuntos relacionados à organização, da consistência de seus valores à qualidade da comida servida no refeitório.
Na opinião do presidente, a legislação trabalhista brasileira representa um obstáculo nesse cenário. “O trabalhador só leva para casa 47% de seu salário”, destaca. Além disso, ainda de acordo com Johannpeter, as regras criadas para proteger o empregado trazem custos à empresa que acabam por diminuir seus salários e minar a competição da organização no mundo globalizado. “Uma empresa sem rentabilidade fecha suas portas, o que é ruim também para o trabalhador.”
Para o presidente, esse contexto ressalta a importância estratégica dos departamentos de recursos humanos, que precisam elaborar contratos inteligentes. É necessário ao mesmo tempo motivar os funcionários e garantir a viabilidade dessa relação para o empregador. “Fala-se muito sobre a importância de ser criativo e inquieto na área de vendas, mas são qualidades muito oportunas também para quem é de RH.”
Fonte: MELHOR GESTÃO DE PESSOAS
Confiram abaixo alguns registros da nossa enviada especial Paula Nicácio no Congresso:
