Fórmula do Sucesso na área Empresarial

Metodologia de Direcionamento para o Sucesso   com 

Eliminação da Introdução do Erro

 

Plano de mudança para o novo conceito empregado no Método Tagushi

 

Definição de robustez:

Uma tecnologia, um produto ou um processo é robusto quando o desempenho de sua função não sofre a influência do que nós chamamos de fatores alheios ou fatores que causam o desvio do processo produtivo em direção aos valores marginais de produção, considerando estes fatores como produtores dos limites mínimos e máximos permitidos pelo processo e também pela especificação dos produtos ou serviços. Um produto robusto é ‘insensível’ aos fatores de desvio, quando ele é produzido dentro de uma faixa variável de especificação sem causar rejeito ou falha.

Então, estamos falando de assegurar um desempenho funcional consistente diante de bilhões de diferentes condições dos fatores de espalhamento, não importando quão diferentes elas sejam! Isto é robustez. O emprego do método Tagushi é o sistema que faz com que isto aconteça.

 

A))        Estudo de variáveis a serem  observadas durante o processo .

            Técnica e Padrão Produtivo dentro do conceito do Método Tagushi.

 

A  principal diferença é que o método permite a prevenção de problemas futuros de maneira bastante eficaz e antecipada, no ciclo do processo. Nós procuramos medir a função do processo, em termos de energia (pois todo processo transforma energia a fim de executar sua função) e realizamos experimentos que visam identificar a condição de mínima variabilidade funcional, na presença dos fatores de espalhamento os quais propositadamente introduzimos nos experimentos. E isto pode ser feito de modo que não tenhamos que apagar os diferentes tipos não conformidade, na manufatura ou junto aos clientes.

Embora as técnicas possam ser usadas para resolver problemas, nosso principal objetivo não é resolver problemas, mas sim efetivamente prevenir tais problemas, muito antes destes acontecerem. Esta é uma grande diferença. Várias técnicas de melhoria são de natureza reativa, pois procuram controlar ou reduzir o nível de falhas e defeitos na medida em que eles ocorrem na produção em massa. Embora muitas vezes necessárias estas fossem atividades de melhoria. Outros métodos são mais preventivos, porém enfocam problemas potenciais que nada mais são do que sintomas decorrentes da variabilidade funcional, isto é, variabilidade na transformação empregando o processo necessário. A ideia central é que, ao minimizarmos a variabilidade funcional, desenvolvendo uma função robusta, simplesmente não sobrará variabilidade funcional para se manifestar, mais tarde, sob a forma de diversos sintomas de mau funcionamento ou mau emprego do processo.

 

B))        Coleta e verificação das variáveis do processo empregando o

Método Tagushi.

 

Para implementar um produto serviços  ou processo, as pessoas  necessitam  atender a diversos requisitos de processo, projeto e uso. Para isto, tradicionalmente ele realiza vários ciclos ‘projeto-protótipo-teste’, resolvendo um ou alguns poucos problemas a cada ciclo, e assim procede tantas vezes quantas forem necessárias, até que todos os requisitos tenham sido atendidos.

É o que podemos chamar de ‘o método do franco atirador’: um tiro por vez, isto é, para resolver um problema, ele tipicamente ataca um fator por vez. Ao invés disto, com o Método Tagushi, ele passa a enfocar primeiramente a função do produto. Nós queremos antes de tudo otimizar a função, torná-la robusta contra as variáveis. Queremos reduzir a variabilidade no desempenho da função, minimizar a variabilidade na utilização do processo. E fazemos isto através de experimentos estruturados, nos quais variamos simultaneamente vários fatores da especificação do projeto, os quais chamamos de fatores de controle, sob  condições extremas. A partir dos dados obtidos, podemos identificar a condição robusta dos fatores de controle. Além de fornecer resultados reproduzíveis no uso, isto reduz drasticamente o número de interações do ciclo ‘projeto-protótipo-teste’. Finalmente, só após termos identificado a condição de mínima variabilidade funcional, passamos a considerar os demais requisitos. A esta altura, muitos deles já terão sido ‘automaticamente’ atendidos, ou bastam pequenos ajustes que podem ser feitos sem maiores complicações.

O ponto de partida é medir a função, e não os sintomas. Uma estratégia chave é escolher corretamente o que deve ser medido para atingir a robustez. As pessoas tendem a especificar e medir sintomas de mau funcionamento, tais como nível audível, vibração, rugosidade. Tudo isto são sintomas de variabilidade da função; são diferentes formas de variáveis perdidas que, por deficiência de projeto, não foi aproveitada para realizar a função requerida. Um segundo ponto chave é a introdução deliberada de fatores variáveis nos experimentos, para ‘forçar’ a variação no que se está medindo, o que é essencial para identificar a robustez. Não é raro vermos os técnicos fazendo o oposto: procura-se remover as causas externas de variação, realizando as medições em condições bem controladas de laboratório, o que normalmente fornece resultados que não são confirmados nas reais condições de uso. O terceiro ponto chave é realizar o que chamamos de otimização em duas etapas: primeiro reduzir a variabilidade e depois ajustar a média no valor ideal. É muito difícil reduzir a variabilidade no emprego de processos de serviços, mas em geral é fácil ajustar o nível médio em um sistema. Por isso usamos a otimização em duas etapas, a qual pode ser feita sem aumentar o custo. Outra vez, a abordagem típica é justamente o oposto: primeiro calcula-se e ajusta-se a média no valor especificado e depois se tenta reduzir a variabilidade, tipicamente apertando tolerâncias, o que aumenta o custo.

 

C))        Desenvolvimento da base do processo para a metodologia utilizada

       Empregando o Método Tagushi.

 

Antes de tudo, necessitamos desenvolver educação e treinamento. Educação no nível executivo, no nível gerencial médio e, no nível operacional, capacitação para as pessoas  que vão colocar em prática o Método. Ninguém é contra a metodologia, mas é preciso ir além do apoio verbal, e efetivamente criar um ambiente propício para que o pessoal possa praticar. Como qualquer outra mudança, isto requer liderança desde o topo da organização.

A competitividade e lucratividade sustentadas requerem, ao mesmo tempo, alta qualidade, menores custos e menores prazos. Mas também é entendimento comum que tais requisitos são conflitantes, de modo que um compromisso deve ser feito. O Emprego do Método Tagushi pode ajudar a eliminar tais conflitos.

O desempenho final de qualidade e custo é determinado pela particular combinação dos fatores de controle definidos no projeto. Na abordagem tradicional, o projeto vai adquirindo maturidade lentamente ao longo do tempo, em termos de qualidade, produtividade e custo. Com a metodologia podemos acelerar em muito esse processo de aprendizado.

 

D))        Desenvolvimento prático das ações requeridas para utilização do novo

             Método.

 

Para isto, realizamos experimentos nos quais variamos simultaneamente diversos fatores de controle, com o objetivo de explorar o ‘universo’ de soluções possíveis (dentro de um determinado conceito tecnológico) e daí identificarmos a combinação ideal, que oferece função robusta, menor custo, menor tamanho, menor peso em utilização e controle. Os experimentos podem ser feitos em intervalos de tempo relativamente pequenos; e mudar os fatores de controle não aumenta o custo, principalmente nos estágios iniciais de desenvolvimento. De modo que rapidamente, sem aumentar o custo, podemos acelerar o processo de desenvolvimento, introduzindo no mercado produtos serviços de desempenho superior, mais barato, e isto antes que a concorrência o faça. Assim é possível eliminar o aparente conflito entre qualidade, custo e prazo. Com o beneficio adicional de que agora o know-how adquirido pode ser aplicado em toda uma família de processos similares.

 

 

Flavio Salles Coordenador IVENS

 

http://www.ivenseducacional.com.br

coodernacaoadm@ivenseducacional.com.br

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